Pernambuco, 05 de Agosto de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

Prefeito João Campos solicita à Câmara de Vereadores aprovação de empréstimo de até R$ 900 milhões

O gestor municipal encaminhou, na sexta-feira, 6 de junho, o Projeto de Lei solicitando autorização para a contratação de operação de crédito.

07 de junho de 2025 às 12:15   - Atualizado às 13:08

Prefeito João Campos solicita à Câmara de Vereadores aprovação de empréstimo de até R$ 900 milhões

Prefeito João Campos solicita à Câmara de Vereadores aprovação de empréstimo de até R$ 900 milhões Prefeito João Campos e vereador Romerinho Jatobá

O prefeitura do Recife, João Campos (PSB), encaminhou, na sexta-feira, 6 de junho, à Câmara Municipal de Vereadores um Projeto de Lei solicitando autorização empréstimo de até R$ 900 milhões.

Na justificativa, a gestão municipal diz que os recursos serão investidos em obras de infraestrutura urbana, mobilidade, habitação, saneamento básico, saúde, educação e demais áreas do município.

R$ 2 Bilhões em empréstimo

Em maio de 2023, A Prefeitura do Recife firmou um convênio com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para um empréstimo no valor de R$ 2 bilhões para financiar projetos estruturadores na cidade nos próximos seis anos. O prefeito João Campos (PSB) foi até em Washington, nos Estados Unidos, onde o contrato da operação de crédito foi firmado.

Dívida em mais de R$ 400 milhões

O ex-vereador do Recife, Alcides Cardoso, então líder da oposição na Câmara Municipal, enviou ofício ao Ministério Público de Contas do Estado de Pernambuco (MPCO), na quinzena de agosto de 2024, alertando sobre o crescimento das contas a pagar da gestão do prefeito João Campos (PSB) em ano eleitoral, quando a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) determina regras para garantir a solidez fiscal da administração.

Veja Também

Segundo o acompanhamento do mandato do vereador nos sistemas financeiros da Prefeitura do Recife, existia na época, R$ 457 milhões de empenhos liquidados (com atestado de recebimento) e não pagos. São R$ 5,58 bilhões de notas fiscais de mercadorias entregues ou serviços realizados diante de R$ 5,11 bilhões efetivamente pagos. Os dados se referiam ao período entre 1º de janeiro e 13 de agosto.

De acordo com o levantamento do gabinete de Alcides Cardoso, os três órgãos com maiores dívidas são a Secretaria de Educação (R$ 102 milhões), a Secretaria de Saúde (R$ 58 milhões), a Autarquia de Urbanização do Recife – URB (R$ 47 milhões) e a Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana – Emlurb (R$ 44 milhões). No documento, Alcides Cardoso também apresentou os dados do Relatório Resumido de Execução Orçamentária (RREO) do primeiro semestre, que confirmam o aumento das despesas realizadas e não pagas. Até junho, a Prefeitura tinha R$ 450 milhões de dívidas.

No primeiro semestre de 2023, por exemplo, a gestão João Campos fechou com R$ 110 milhões de dívida com os credores. Esse ano, portanto, o avanço da dívida foi de 310%.

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

06:15, 05 Ago

Imagem Clima

23

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

Gerdau fecha setores e demite trabalhadores em Pernambuco apontando 'condição de mercado'
Empregos

Gerdau fecha setores e demite trabalhadores em Pernambuco apontando 'condição de mercado'

A decisão foi comunicada aos funcionários nesta terça-feira (4). Um vídeo que circula nas redes sociais registra o momento em que é comunicada uma reestruturação na unidade.

Raquel Lyra, Fernando Cerqueira e Priscila Krause
Encontro

Raquel Lyra faz visita institucional ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco

Segundo a governadora, a reunião reforçou a importância do diálogo entre os poderes e das instituições responsáveis pela condução do processo democrático

Trabalhadores encontrados em situação análoga à escravidão
Vídeo

Recife: operação resgata 14 trabalhadores em condições análogas à escravidão em alojamento de obra

Durante a inspeção, os auditores identificaram uma série de problemas que, segundo o órgão, comprometiam as condições mínimas de dignidade, saúde, segurança e conforto exigidas pela legislação trabalhista

mais notícias

+

Newsletter