A Câmara do Recife retomou os trabalhos nesta segunda-feira, 2 de fevereiro, após o recesso de fim de ano. A retomada marca o início de um novo período legislativo.
Vereador do Recife Eduardo Moura. Foto: Beto Dantas/Portal de Prefeitura
Nesta segunda-feira, 2 de fevereiro, o vereador Eduardo Moura, autor do pedido de impeachment contra o prefeito João Campos (PSB), conversou com a imprensa na abertura dos trabalhos na recife/">Câmara do Recife.
Na ocasião, o vereador defendeu que a Casa investigue o caso em que o prefeito do Recife nomeou um procurador em vaga destinada a pessoa com deficiência (PCD), furando a fila e passando à frente de outro candidato PCD.
No entanto, a oposição enfrenta a dificuldade de contar com apenas 11 votos, contra 26 da base governista. Apesar da desvantagem, Moura afirmou que irá respeitar a “decisão democrática da Casa”.
“Com relação aos votos, é democrático. Eu defendo a democracia. O prefeito tem a maioria na Casa, então, por obviedade, é muito mais provável que o impeachment não passe. O que eu vou tentar fazer amanhã é mostrar para os vereadores que o impeachment não será votado. E, sim, para que esta Casa investigue aquela história do concurso, de passar o fura-fila. Então, não é uma condenação. E eu acho que o prefeito precisa ser investigado pelo que aconteceu”, afirmou o vereador Eduardo Moura.
O vereador destacou ainda que, independentemente do fato de o procurador nomeado e depois exonerado ser filho de uma procuradora e de um juiz, há outra questão em debate: a situação de quem havia sido aprovado em primeiro lugar e acabou perdendo a vaga.
“Quantas pessoas, estudam, investem, é às vezes a chance de mudar a vida, não dela, é da família toda, no concurso público. Mas se você faz o que foi feito, você coloca uma insegurança jurídica total. Ter sua vaga tomada por uma canetada não é justo. Então, eu acho que a investigação deveria ser o caminho”, ressaltou Eduardo Moura.
Eduardo Moura não votará por ter apresentado a proposta. Com isso, seu voto será repassado ao primeiro suplente do Novo, George Bastos, que ocupará seu lugar no plenário.
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