Vereadores do Recife. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
A Comissão Parlamentar de Inquérito conhecida como CPI do Fura-Fila, proposta pelo vereador Thiago Medina (PL), avançou nesta terça-feira, 10 de fevereiro com a formalização de duas novas assinaturas parlamentares, passando a depender de apenas mais uma para ser oficialmente instalada na Câmara Municipal do Recife.
As adesões registradas ao longo do dia foram das vereadoras Flávia de Nadegi (PV) e Jô Cavalcanti (PSOL).
Flávia de Nadegi integrava a base de apoio do prefeito João Campos até pouco mais de um mês atrás, o que amplia o alcance político do requerimento da CPI no Legislativo municipal.
A iniciativa tem como objetivo a apuração de fatos relacionados a nomeações realizadas no âmbito de concurso público da administração municipal do Recife.
O requerimento aponta questionamentos envolvendo a nomeação do filho de um Juíz e de uma pessoa com deficiência, levantando dúvidas quanto ao cumprimento dos critérios legais, da ordem classificatória e do princípio da isonomia no certame.
A eventual instalação da CPI representa uma medida de fiscalização institucional, ao submeter atos administrativos do Poder Executivo ao escrutínio do Poder Legislativo, reforçando os mecanismos de controle e transparência da gestão pública.
Com as duas novas adesões, o requerimento passa a contar com 12 assinaturas, ficando a apenas uma do número mínimo exigido pelo regimento interno da Câmara para a abertura da comissão e o início dos trabalhos investigativos.
O avanço da CPI ocorre uma semana após o protocolo do pedido de impeachment do prefeito João Campos, ampliando o ambiente de questionamentos institucionais no Legislativo municipal.
A proposta segue em tramitação interna, aguardando a última assinatura necessária para avançar à fase de instalação formal, conforme os trâmites regimentais da Câmara do Recife.
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De acordo com a PMPE, a prisão ocorreu na BR-101, na altura do quilômetro 74. A abordagem foi realizada por policiais do 11º Batalhão da Polícia Militar.
No documento, o bloco afirmou que já ingressou com um Mandato de Segurança na Justiça para assegurar o direito de instaurar a comissão.
Segundo relatos das vítimas, o problema teve início quando o elevador parou no 9º andar. Ao tentar subir para o 11º, o equipamento teria perdido força.
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