Prefeito reagiu sobre algumas declarações em entrevista de rádio do concorrente da oposição, no meio de semana. Foto: Divulgação
O prefeito do Cabo de Santo Agostinho e candidato à reeleição Keko do Armazém (PP), reagiu as declarações que considera como agressões por parte do candidato Lula Cabral (Solidariedade), em entrevista no meio da semana, na Rádio Maranata FM, e que continuam repercutindo na cidade.
No evento de campanha, chamado de Agito 11, no bairro de Cidade Garapu, na sexta-feira, 13 de setembro, o prefeito Keko do Armazém voltou a defender uma campanha limpa, na disputa pela Prefeitura do município.
“Quem ataca é porque não tem proposta concreta pra cidade. Nós temos proposta. É mostrar o que a gente vem fazendo e o que a gente vai fazer. Nosso time trabalha todos os dias para construir uma cidade melhor”, disse o prefeito Keko do Armazém, no final do evento que reuniu milhares de pessoas pelas ruas de Garapu.
Feliz pela receptividade durante o Agito 11, Keko disse que a população mostrou, mais uma vez, que acredita no trabalho da atual gestão. O prefeito destacou que a mobilização das pessoas não deixa dúvidas de que a campanha segue no rumo certo.
“Queria agradecer a todos que participaram deste grande evento, a toda a população que veio as janelas e nos abraçou mostrando a confiança na nossa vitória”, disse Keko.
O gestor municipal disse ainda que chegou o momento de fortalecer o trabalho nas ruas, na reta final da campanha.
“Hoje foi um grande exemplo de uma mobilização que a gente vem fazendo. Até o dia 6, estaremos nessa pegada com alegria e energia. O povo não gosta de ofensas que saem do público para o pessoal. Nós vamos continuar discutindo os temas que envolvem a cidade”, concluiu o prefeito.
A taxa de MVI (Mortes Violentas Intencionais) revela um panorama preocupante sobre a segurança pública no Brasil, refletindo os índices de homicídios dolosos, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes durante intervenções policiais.
O governo Keko do Armazém recebeu a cidade do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, como a segunda cidade mais violenta do Brasil com uma taxa alarmante de 81,2 assassinatos por 100 mil habitantes, e está fechando o primeiro mandato com a façanha de tê-la tirado do ranking das 10 mais violentas do país, em 2024, segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública.
Em 2023, o município foi responsável pela maior redução absoluta e a quarta melhor redução relativa de Pernambuco, como reconhecimento pelo desempenho, conquistou o Prêmio de Defesa Social do Estado por três anos consecutivos, em virtude de sucessivas reduções de violência.
Neste ano, obteve o mês com menor número de homicídios da história do Cabo: julho, com apenas 4 homicídios, de acordo com estatística oficial do Estado de Pernambuco, e que representa a terceira melhor estatística de violência do Brasil em termos de qualidade e confiabilidade.
Ranking das 10 cidades mais violentas por 100 mil habitantes em 2024 no Brasil:
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Após a agenda, a governadora destacou que o investimento reforça o desenvolvimento econômico de Pernambuco, impulsionando a inovação e gerando empregos.
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