Travesti expõe PMs fardados em motel Foto: Reprodução/ Rede Social
Um vídeo gravado por uma travesti em um motel foi amplamente compartilhado em grupos policiais no WhatsApp nesta segunda-feira, 2 de setembro.
Nas imagens, a mulher, que trabalha como garota de programa, aparece segurando a chave de uma suíte enquanto filma um policial militar fardado encostando uma viatura caracterizada no local.
“Vem amor, quarto três!”, exclamou.
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A filmagem mostra a garota de programa chamando o policial enquanto segura o celular com a câmera ligada. Quando a viatura do 28º Batalhão da PM (Riacho Fundo) se aproxima e estaciona na garagem privativa do motel, ela manda o recado para outras profissionais da área.
“Eu falo para elas que meu público é outro. Elas não entendem. Meu público né?”, fala a jovem
Ao sair do motel, a mulher menciona que participou de uma "festinha" com dois policiais militares e filma duas viaturas dentro do local.
“Fui para a festinha com dois. Gente, o sol babadeiro e eles voltando. E é isso. Uma Heineken para elas. Olha meu cliente saindo agora, porque meu cliente é fino. Gente, foi uma barbarização dentro do motel”, disse.
Em resposta ao ocorrido, o comando da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) informou que a denúncia foi encaminhada à Corregedoria da PMDF, que está investigando o caso.
A Polícia Civil de Pernambuco prendeuem julho deste ano, três mulheres trans suspeitas de agredir e extorquir homens que conheciam por meio de um aplicativo de namoro.
Segundo a corporação, as vítimas eram atraídas até uma residência em Olinda, onde eram espancadas e forçadas a fazer pagamentos por PIX e a fornecer senhas de cartões de crédito.
As suspeitas, com idades de 24, 25 e 29 anos, extorquiram cerca de R$ 40 mil de cada vítima, conforme as investigações.
Um quarto integrante da quadrilha, um homem de 18 anos, que seria o responsável por atrair as vítimas e marcar os encontros, teve sua prisão decretada, mas está foragido.
Em entrevista à TV Globo, a delegada Euricélia Nogueira relatou que duas vítimas já relataram suas experiências com o grupo criminoso.
"A partir do momento em que a vítima tirava a roupa, essas mulheres trans invadiam o espaço e aí começava toda sorte de espancamento, de ameaça, uso de facas. Chegaram a usar, inclusive, um pitbull para intimidar a vítima," contou a delegada.
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Segundo a acusação, ele teria lucrado com a exploração sexual da vítima ao longo de três anos.
Jorge Guaranho, apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiu a festa de Marcelo Arruda e disparou contra ele.
Câmeras de segurança instaladas no interior do imóvel registraram o momento do crime. Um suspeito chegou a ser localizado e detido.
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