Segundo a polícia, investigado teria recebido R$ 10 mil por um homicídio em Caruaru; captura contou com auxílio de drone.
23 de outubro de 2026 às 14:01 - Atualizado às 14:28
Clebson de Souza Félix (24) era procurado por homicídios em Pernambuco e no Maranhão. Foto: Reprodução (Nitidez da imagem aprimorada com auxílio de inteligência artificial)
Um homem apontado pela polícia como matador de aluguel foi preso nesta quinta-feira, 22 de outubro, em Tacaimbó, no Agreste de Pernambuco. O investigado, Clebson de Souza Félix, de 24 anos, era procurado por homicídios em Pernambuco e no Maranhão.
Segundo o delegado Ênio Maia, o suspeito teria admitido, durante depoimento, que recebia dinheiro para cometer assassinatos. Entre os episódios relatados está um homicídio em Caruaru pelo qual ele teria recebido R$ 10 mil.
A polícia também apura a possível participação do homem em outras mortes e eventuais vínculos com o tráfico de drogas e organizações criminosas. As suspeitas continuam sob investigação.
A captura aconteceu depois de uma tentativa de fuga. Os policiais utilizaram um drone e equipes posicionadas na região para encontrar o suspeito.
Um aparelho celular foi apreendido durante a ação. O equipamento poderá ser analisado mediante autorização judicial, como parte das diligências para esclarecer a atuação atribuída ao investigado.
A prisão foi realizada no município de Tacaimbó, mas as investigações alcançam crimes cometidos em outras localidades. Os mandados mencionados pela polícia estão relacionados a homicídios nos dois estados.
Ainda de acordo com o delegado, o homem afirmou que já teve ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC) no período em que morava no Maranhão.
Esse relato integra a apuração policial. Até a publicação desta matéria não havia uma conclusão sobre eventual vínculo atual com a organização nem detalhes sobre todos os assassinatos atribuídos ao suspeito.
O Código Penal prevê como homicídio qualificado o assassinato cometido mediante pagamento ou promessa de recompensa. Para essa modalidade, a pena estabelecida é de 12 a 30 anos de reclusão.
A previsão legal abrange situações em que a execução é motivada por uma vantagem oferecida ao autor. A confirmação dessa circunstância e sua aplicação a um caso específico dependem das provas reunidas e da análise judicial.
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A jovem está grávida do militar e poderá deixar a prisão para cumprir a medida em casa, desde que respeite as condições impostas pela Justiça.
Projeto prevê equipamentos, capacitação e reforço no controle de unidades que abrigam integrantes de facções criminosas.
A prisão ocorreu depois que os policiais receberam informações de que o homem havia ido à casa da mãe do adolescente naquela manhã, desrespeitando a determinação judicial.
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