"Serial Killer da feijoada" matou dez cachorros para testar veneno antes de assassinar idoso Foto: Reprodução
Ana Paula Veloso, envolvida na morte de um idoso, envenenado com uma feijoada misturada a chumbinho, confessou à polícia que, antes de assassinar o homem, “testou” o efeito do veneno em dez cachorros. Segundo as investigações, a mulher foi contratada pela filha de Neil Corrêa da Silva, de 65 anos, para cometer o crime.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, Halisson Ideiao, a substância utilizada foi o agrotóxico terbufós, muito semelhante ao chumbinho. Durante as investigações, o material foi encontrado na casa da suspeita, em Guarulhos (SP).
“Ela confessa que chegou a matar dez cachorros com esse veneno, testando o método e o tempo. Ela sabia exatamente a dosagem, quanto tempo levaria e o que aconteceria com as pessoas que consumissem aquilo que era oferecido por ela”, declarou o delegado.
O delegado classificou Ana Paula como “psicopata” e afirmou que ela já estava sendo investigada por outros possíveis crimes de envenenamento.
“Ana Paula matou quatro pessoas envenenadas, entre elas Neil, a mando de Michele”, afirmou Halisson.
A irmã da suspeita, Roberta Veloso, também está sendo investigada por auxílio moral e material no crime.
“Ela participou ativamente da morte de Neil, dando apoio moral e material”, acrescentou o delegado.
O chumbinho, popularmente conhecido como um suposto “veneno para ratos”, é uma substância altamente tóxica e ilegal no Brasil. Apesar de ser vendido clandestinamente, o produto representa um grave risco à saúde humana e animal, podendo causar morte em poucos minutos após a ingestão.
O composto químico mais encontrado nesses produtos é o aldicarbe, um agrotóxico proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde 2012. Em alguns casos, também são utilizados outros venenos agrícolas, como o terbufós, igualmente perigosos. Essas substâncias afetam o sistema nervoso central, provocando uma série de reações graves no organismo.
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