A influenciadora pernambucana estava em Recife no momento do cumprimento do mandado de prisão por prática de lavagem de dinheiro e jogos ilegais.
04 de setembro de 2024 às 12:46 - Atualizado às 13:01
Deolane Bezerra e Lula Foto: Ricardo Stuckert
Após a prisão da advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra em uma operação da Polícia Civil de Pernambuco, na manhã desta quarta-feira, 4 de setembro, políticos e parlamentares repercutiram o tema em suas redes sociais relembrando o encontro da empresária com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
No vídeo, o petista era pré-candidato à campanha de 2022. Em 2022 Deolane declarou apoio ao então candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva.
Deolane é acusada de participar de uma uma organização criminosa envolvida em jogos ilegais e lavagem de dinheiro. Ao total, foram bloqueados R$ 2 bilhões, entre carros de luxo, aeronaves e joias.
Famosa nas redes sociais, em que acumula mais de 20 milhões de seguidores, ficou famosa após a morte do funkeiro MC Kevin, do qual era noiva. MC Kevin faleceu ao cair do 5º andar de um quarto de hotel na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Ele tentava evitar que Deolane o flagrasse com uma acompanhante.
Formada em direito e especializada em advocacia criminal, Deolane gerou polêmicas em 2021 quando, durante uma entrevista, declarou gostar de bandidos.
“Gosto de bandido“, disse, “Gosto de advogar para bandido. Escuto: ‘Doutora, tô fodido, a casa caiu. Fiz mesmo’. Eu gosto disso mesmo. Agora, vamos tentar diminuir a pena. Pergunto se tem prova. ‘Não tem, doutora’. Respondo: Então vamos pedir a absolvição.”
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A Guarda Municipal, por meio da equipe da Guarda Ambiental, foi acionada para uma ocorrência de maus-tratos a animal, que não resistiu aos ferimentos e morreu.
A criança estava internada em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Itumbiara desde a noite de quarta-feira (11), quando foi atingida pelos disparos.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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