Juliana, de 27 anos, começou a passar mal rapidamente, com problemas respiratórios. Ela foi levada ao hospital, mas sofreu uma parada cardíaca e morreu.
Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, que morreu e academia C4 Gym onde caso ocorreu. Fotos: Reprodução e Polícia Civil de São Paulo. Arte: Portal de Prefeitura
A Polícia Civil de São Paulo (PCESP) pediu o indiciamento dos proprietários da academia C4 Gym, onde a professora Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, morreu vítima de aparente intoxicação após usar a piscina. Mais sete pessoas, incluindo o marido de Juliana, foram intoxicadas. As autoridades ainda investigam o que aconteceu.
Os empresários prestaram depoimento na noite da quarta-feira, 11 de fevereiro, e foram liberados.
A professora morreu no último sábado, 7 de fevereiro, após usar a piscina da academia que fica na zona leste de São Paulo. Segundo a investigação policial, um funcionário do estabelecimento preparou cloro para colocar na água. Embora não tenha usado o produto na piscina, o empregado deixou o preparo próximo das pessoas, que inalaram os vapores químicos.
Juliana começou a passar mal rapidamente, com problemas respiratórios. Ela foi levada ao hospital, mas sofreu uma parada cardíaca e morreu. O marido dela também foi intoxicado e está internado em estado grave.
Há mais seis pessoas com suspeita de intoxicação.
Segundo a polícia, o funcionário não é um piscineiro e a academia não tem alvará de funcionamento. As investigações continuam.
O Ministério Público de São Paulo busca saber se as outras unidades de C4 Gym estão regularizadas.
Novas imagens de um circuito de segurança interno da academia mostram Juliana Bassetto, de 27 anos, passando mal no chão da recepção do estabelecimento. A jovem havia acabado de sair da piscina do local, onde fazia natação. Logo após, teve uma parada cardíaca e morreu no hospital.
O óbito levou à interdição da unidade, que fica localizada na Zona Leste de São Paulo e abriu uma investigação para apurar possíveis falhas graves de segurança. O caso ocorreu no último sábado, 7 de fevereiro, no bairro Parque São Lucas, e mobilizou a Polícia Civil (PCESP), a Vigilância Sanitária e órgãos municipais.
A vítima era professora e frequentava o local havia quase um ano. O marido, Vinícius de Oliveira, de 31 anos, que também participava da aula, apresentou sintomas semelhantes.
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Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
A ação contará com um investimento total de R$ 12.285.720,00 e a mobilização de 68.254 postos de trabalho extras.
A operaação apura crimes contra o sistema financeiro, como gestão fraudulenta, desvio de recursos, indução de repartição pública ao erro, fraude à fiscalização ou ao investidor.
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