Dinheiro apreendido e políciais durante operação. Fotos: Reprodução. Edição: Portal de Prefeitura
A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) deu início na manhã desta quarta-feira, 6 de novembro, à Operação “Argos”, a 56ª Operação de Repressão Qualificada de 2024. Coordenada pela Diretoria Integrada Especializada (DIRESP) e sob a liderança das delegadas Viviane Santa Cruz, Stephanie Almeida e Lígia Cardoso, da Delegacia de Polícia de Repressão ao Estelionato (DPRE), a ação visa desarticular uma associação criminosa especializada em furto mediante fraude e lavagem de dinheiro. Os investigados adulteravam boletos bancários.
As investigações começaram em julho de 2022 e resultaram na expedição de dois mandados de prisão e oito de busca e apreensão domiciliar nas cidades de Recife, Olinda e Paulista, todas na Região Metropolitana, além da indisponibilidade de bens e bloqueio de ativos financeiros, totalizando mais de R$ 5.800.000. Todas as medidas foram autorizadas pela Terceira Vara Criminal de Olinda.
A operação conta com o apoio de 60 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães, e é reforçada pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco (DINTEL), pelo Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB/LD) e pelo Comando de Operações e Recursos Especiais (CORE/PCPE).
A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE), em parceria com a Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (DIOPI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), deflagrou no dia 10 de outubro, a 52ª Operação de Repressão Qualificada do ano, denominada "Expugna".
A ação é parte do Projeto Impulse, que integra o Programa Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas (ENFOC/MJSP), com o objetivo de fortalecer o combate às organizações criminosas por meio da cooperação entre as polícias civis.
A investigação, que teve início em setembro de 2020, busca desarticular uma organização criminosa envolvida em tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro. Nesta fase da operação, estão sendo cumpridos 20 mandados de prisão e 23 mandados de busca e apreensão domiciliar, além do sequestro de bens, bloqueio judicial de ativos financeiros, todos expedidos pela Vara Criminal de Surubim.
A operação mobilizou um total de 160 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães, e contou com o apoio da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco (DINTEL), do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB/LD), do Comando de Operações e Recursos Especiais (CORE/PCPE), da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar e Grupamento Tático Aéreo (GTA/SDS-PE), além das Polícias Civis dos estados de São Paulo e Paraíba.
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A Guarda Municipal, por meio da equipe da Guarda Ambiental, foi acionada para uma ocorrência de maus-tratos a animal, que não resistiu aos ferimentos e morreu.
A criança estava internada em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Itumbiara desde a noite de quarta-feira (11), quando foi atingida pelos disparos.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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