Viaturas policiais em frente ao STF Foto: Bruno Peres/Agência Brasil
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu na sexta-feira, 28 de fevereiro, um homem de 52 anos que teria tentando invadir a sede do Supremo Tribunal Federal (STF).
Ele foi alvo de um mandado de busca e apreensão, mas acabou preso em flagrante por resistência e desacato. As informações estão em nota divulgada pela PCDF neste sábado (1º).
De acordo com o comunicado, o homem, que não foi identificado, tentou invadir o prédio do STF na última quarta-feira (26), quando teria feito ameaças e ofensas a ministros da Corte.
A polícia afirma que foram encontrados indícios de que o suspeito planejava "ações extremistas" - não há explicação sobre o tipo de ato mencionado.
A PCDF afirma que encontrou, na casa do homem, "bilhetes confirmando suas intenções violentas, bem como um artefato para construção de bomba caseira".
O suspeito também tinha um casaco da Polícia Militar do Distrito Federal, que estaria sendo "utilizado indevidamente pelo acusado", de acordo com a nota. Além disso, foram apreendidos um celular e um computador.
"As investigações seguem em curso para buscar mais elementos de informação que corroborem com o crime de apologia ao crime e ameaças aos ministros do Supremo", diz o comunicado.
A preocupação com a segurança em torno da Suprema Corte aumentou recentemente por causa dos ataques de 8 de janeiro de 2023 e por causa de um episódio ocorrido no fim de 2024.
Em novembro do ano passado, o catarinense Francisco Wanderley Luiz, conhecido como "Tiu França" (com "U" mesmo) atacou a sede do STF com bombas caseiras e se explodiu em seguida. Ele havia sido candidato a vereador pelo PL em 2020 no município de Rio do Sul, interior de Santa Catarina.
Estadão Conteúdo
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01:58, 14 Fev
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A Guarda Municipal, por meio da equipe da Guarda Ambiental, foi acionada para uma ocorrência de maus-tratos a animal, que não resistiu aos ferimentos e morreu.
A criança estava internada em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Itumbiara desde a noite de quarta-feira (11), quando foi atingida pelos disparos.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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