Polícia: bebê reborn ultra realista. Foto: Reprodução
Uma ocorrência inusitada mobilizou a Polícia Militar em Goiânia (GO) na última quarta-feira, 21 de maio. Agentes foram chamados ao bairro Jardim Guanabara para atender uma denúncia de que um bebê estaria engasgado dentro de uma residência.
Ao chegarem ao local, no entanto, o suposto resgate virou um mal-entendido curioso: o "bebê" era na verdade uma boneca reborn, daquelas confeccionadas com aparência extremamente realista, semelhante a recém-nascidos.
A denúncia foi feita por um vizinho, que avistou a boneca imóvel e acreditou que se tratava de uma criança em perigo. Segundo a PM, não houve má-fé por parte de ninguém, apenas um susto seguido de alívio.
A moradora explicou que é colecionadora de bonecas reborn, que são feitas à mão, com riqueza de detalhes, justamente para parecerem reais.
Na cidade de Itajaí, em Santa Catarina, uma mulher causou surpresa ao tentar vacinar uma boneca do tipo bebê reborn em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). O caso ocorreu em janeiro, mas só veio à tona nesta semana.
Segundo relatos de funcionários da unidade, divulgados pela Prefeitura de Itajaí, a mulher, cuja identidade não foi revelada, chegou ao local acompanhada de uma criança de quatro anos, que seria sua filha, e da boneca. Inicialmente, os profissionais de saúde acreditaram que o atendimento seria para a criança.
No entanto, ao solicitarem a caderneta de vacinação da menina, a mulher esclareceu que queria vacinar a boneca reborn, com o objetivo de gravar a aplicação e publicá-la na internet.
Diante da situação, a equipe técnica da UBS explicou que não seria possível realizar o procedimento, pois isso implicaria no desperdício de materiais destinados exclusivamente ao atendimento humano.
Ainda conforme a gerência da unidade, a mulher insistiu, afirmando que era "só abrir uma seringa".
“Qual o problema? É só abrir uma seringa, abrir uma agulha e fingir que aplicou”.
Após a recusa dos profissionais, a mesma deixou o local exaltada.
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Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
As vendas de produtos eletrônicos eram feitas pela plataforma principal, mas os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada.
Juliana, de 27 anos, começou a passar mal rapidamente, com problemas respiratórios. Ela foi levada ao hospital, mas sofreu uma parada cardíaca e morreu.
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