PM fazendo escolta da Explosão Inferno Coral. Foto: Reprodução/Internet
O confronto entre torcedores do Sport e Santa Cruz, ocorrido no último sábado, 1º de fevereiro, surpreendeu até mesmo a Polícia Militar (PM), que estava responsável pela escolta das torcidas.
Em um documento encaminhado ao Instituto de Criminalística, o comandante do Batalhão de Polícia da Radiopatrulha, tenente-coronel Luís André Pantaleão de Sena, relatou que o efetivo policial foi pego de surpresa pela aproximação da torcida organizada do Sport, a Jovem do Leão.
O confronto se iniciou nas imediações da Rua Real da Torre, na Madalena, zona oeste do Recife. A briga resultou em danos a uma viatura da PM, que foi atingida por objetos e fogos de artifício.
De acordo com o relato do tenente-coronel, a PM estava realizando a escolta da torcida organizada Explosão Inferno Coral, ligada ao Santa Cruz. De repente, o confronto com os torcedores do Sport teve início.
A Secretaria de Defesa Social (SDS) emitiu uma nota destacando os esforços da polícia para evitar tragédias e controlar a situação.
"O efetivo atuou para evitar mortes e minimizar danos às pessoas e ao patrimônio, dispersando os grupos envolvidos. Sendo assim, controlando os confrontos da maneira mais ágil possível", disse o órgão.
A Secretaria ressaltou que, o planejamento foi feito para antecipar possíveis crises. Porém, a violência gerada pelos confrontos superou as expectativas, colocando em risco a segurança pública e a integridade das pessoas.
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Higor Oliveira, de 28 anos, percebeu o casal discutindo e decidiu intervir com o intuito de evitar um episódio de agressão contra a mulher.
Os policiais afirmaram que, em dado momento da perseguição, um dos ocupantes desceu do transporte e atirou. Os outros três suspeitos então seguiram adiante.
A investigação apura irregularidades no certame do Tribunal de Justiça de Pernambuco, realizado em setembro de 2025 para o cargo de técnico.
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