Durante as buscas, as cadelas especializadas em localizar armas e drogas indicaram a presença de entorpecentes nos dutos de ar condicionado da área externa da unidade de ensino.
PM apreende tonelada de maconha em escola pública no Complexo da Maré Foto: Reprodução/ Redes Sociais
Policiais militares do Batalhão de Ações com Cães (BAC), com auxílio de três cadelas, apreenderam uma tonelada de maconha em uma escola da rede municipal de ensino na comunidade da Nova Holanda, no Complexo da Maré, zona norte do Rio de Janeiro no domingo, 25 de agosto.
Durante as buscas, as cadelas especializadas em localizar armas e drogas indicaram a presença de entorpecentes nos dutos de ar condicionado da área externa da escola pública.
Seguindo as pistas dos animais, os policiais localizaram e apreenderam 250 tabletes de maconha, avaliada em R$ 1 milhão.
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A escola está sem aulas desde a semana passada, por causa de uma ação das forças de segurança do estado que estão há oito dias demolindo manualmente diversas construções do tráfico de drogas na Maré, avaliadas em R$ 30 milhões.
Uma equipe do Batalhão em Áreas Turísticas (BPTur) apreendeu armas e munições na Rodoviária do Rio. Os policiais realizavam abordagens e revistas a um coletivo vindo de São Paulo, quando duas mulheres tentaram fugir de forma suspeita.
Elas foram abordadas e os policiais encontraram o armamento em suas bagagens. As suspeitas foram conduzidas para a delegacia, onde foram autuadas em flagrante.
Já no domingo (25), policiais militares do (BPTur) apreenderam três pistolas, 15 revólveres, sete carregadores e diversas munições, também na rodoviária.
A equipe teve atenção voltada para uma pessoa que se afastou rapidamente dos policiais, levantando suspeita.
Durante a revista, o material foi encontrado na bagagem do suspeito. De acordo com o homem, o armamento veio da cidade de Caratinga (MG).
O suspeito foi autuado em flagrante e passará por audiência de custódia para definir se a prisão em flagrante será transformada em preventiva.
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A Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) orientou que o volume fosse mantido em uma área segura e que não fosse aberto ou manipulado.
Investigação começou após a vítima relatar ameaças e transferências por Pix; suspeita foi localizada no interior do Ceará.
O grupo é suspeito de comércio ilegal de armas, vazamento de dados restritos da segurança pública e lavagem de capitais em benefício da facção criminosa, que atua no Complexo de Israel, na zona norte da capital fluminense.
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