Caso ocorrido em um terminal do Grande Recife levou entidades do transporte a discutir novas medidas de segurança para os rodoviários.
27 de agosto de 2026 às 09:37 - Atualizado às 10:55
O trabalhador precisou ser afastado das atividades profissionais para se recuperar dos ferimentos. Foto: Reprodução/Redes sociais
Um motorista de ônibus de 47 anos foi espancado por um grupo de seis homens no Terminal de Pau Amarelo, em Paulista, na Região Metropolitana do Recife. O ataque aconteceu na sexta-feira, 21 de agosto, após uma discussão no trânsito envolvendo o coletivo e um motociclista.
Imagens registradas no local mostram o rodoviário cercado e agredido com socos e chutes. Segundo o Sindicato dos Rodoviários de Pernambuco (Sintro-PE), a vítima chegou a desmaiar durante o ataque.
O trabalhador foi levado para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde recebeu o diagnóstico de traumatismo craniano leve. Ele precisou ser afastado das atividades profissionais para se recuperar dos ferimentos.
De acordo com o relato apresentado pelo sindicato, um motociclista de 27 anos afirmou que teria sido fechado pelo ônibus enquanto seguia em direção ao terminal.
Após a suposta fechada, o motociclista teria atingido o para-brisa do coletivo com uma pedra. Nenhum passageiro ficou ferido. Quando o ônibus chegou ao terminal da linha Pau Amarelo/Recife, o rodoviário foi abordado pelo homem e por outros cinco integrantes do grupo.
A Polícia Civil informou que o motorista e o motociclista apresentavam escoriações e receberam atendimento médico. Depois de passarem pela unidade de saúde, os dois foram encaminhados à Delegacia de Maria Farinha para os procedimentos necessários. Não foi informado se algum dos envolvidos permaneceu detido.
O Consórcio Conorte, responsável pela operação da linha, repudiou a violência e afirmou que episódios desse tipo também colocam passageiros e outras pessoas em risco. A empresa declarou esperar que o caso seja apurado e que os responsáveis sejam identificados.
O Grande Recife Consórcio de Transporte se reuniu na quarta-feira, 26 de agosto, com representantes do Sintro-PE. O órgão também iniciou tratativas com a Secretaria de Defesa Social para reforçar ações preventivas.
Entre as medidas anunciadas estão a criação de canais internos para receber e mapear denúncias de agressões contra motoristas e a exigência de que as empresas operadoras comuniquem formalmente ocorrências dessa natureza.
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A ação teve início após o trabalho das equipes policiais, que localizaram o imóvel apontado como um local utilizado para o desmonte de motocicletas com registro de roubo ou furto.
A profissional passou a responder também por falsidade ideológica relacionada a uma informação inserida no prontuário da menina, que seria falsa. Não houve condenação até o momento.
Investigação iniciada há quase quatro anos identificou movimentações financeiras e empresas que teriam sido usadas para esconder recursos.
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