Shara Eloísa, menina de 4 anos. Foto: Reprodução
No Agreste de Pernambuco, mais especificamente em Barra de Guabiraba, uma menina de 4 anos identificada como Shara Eloísa, morreu após ser atingida por uma bala perdida, durante um ataque a tiros na casa onde ela morava na noite da quarta-feira, 4 de junho.
A menina levou um tiro na cabeça e, em seguida, foi levada para uma unidade de saúde. Porém, não resistiu ao ferimento e faleceu.
A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE), o responsável de 22 anos, foi preso em flagrante e autuado pelo homicídio consumado e invasão de domicílio. A confirmação do óbito da garota deu-se nesta quinta (5).
Ainda de acordo com a corporação, o criminoso pretendia matar outro homem, cujo alvo seria o tio da menor atingida pela projétil.
No entanto, o aparentado da vítima conseguiu fugir do local do crime. Após a prisão, o suspeito foi encaminhado para a Delegacia de Caruaru, também no Agreste.
O corpo de Shara foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML) caruarense. A PCPE ainda não informou o motivo dos tiros.
Uma jovem identificada como Andréia Santana, de 19 anos, foi morta a tiros ao tentar defender a mãe de uma tentativa de feminicídio. O crime ocorreu no final da tarde do dia 18 de maio, no bairro Santa Maria 1, em Ouricuri, no Sertão de Pernambuco.
De acordo com as investigações, o autor do disparo é o pai da vítima, Everaldo Santana, de 50 anos. Ele invadiu a casa da ex-companheira, Ana Patrícia Santana, com o objetivo de atacá-la. Durante a confusão, Andréia tentou proteger a mãe e acabou sendo atingida.
Após o disparo, Everaldo tentou fugir do local, mas foi preso em flagrante por agentes da Polícia Militar. Populares tentaram linchar o suspeito antes da chegada da polícia, segundo informações extraoficiais.
A Polícia Civil de Pernambuco confirmou, por meio de nota, que registrou a ocorrência e a prisão do suspeito. Ele responderá por homicídio consumado, porte ilegal de arma e ameaça no contexto de violência doméstica. Everaldo foi encaminhado para audiência de custódia e está à disposição da Justiça.
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Segundo a acusação, ele teria lucrado com a exploração sexual da vítima ao longo de três anos.
Jorge Guaranho, apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiu a festa de Marcelo Arruda e disparou contra ele.
Câmeras de segurança instaladas no interior do imóvel registraram o momento do crime. Um suspeito chegou a ser localizado e detido.
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