Abuso Sexual Infantil. Foto: Ilustrativa
Um homem de 40 anos foi preso preventivamente suspeito de estuprar uma criança e ameaçar familiares da vítima no município de Lajedo, no Agreste de Pernambuco.
A prisão foi realizada pela Polícia Civil na tarde da quarta-feira (4), após determinação da 1ª Vara da Comarca de Lajedo.
De acordo com informações da Polícia Civil, o investigado tinha proximidade com a família da criança e seria compadre dos familiares. A identidade do homem e a idade da vítima não foram divulgadas pelas autoridades.
As investigações apontam que, depois de prestar depoimento na delegacia sobre a denúncia de estupro de vulnerável, o suspeito teria ameaçado os familiares da criança e tentado pressionar a vítima para que modificasse a versão apresentada sobre o ocorrido.
A situação levou a Polícia Civil a solicitar a prisão preventiva do investigado. Segundo a corporação, a medida foi considerada necessária diante do risco de interferência no andamento das investigações e de possíveis tentativas de constranger os envolvidos no caso.
O mandado de prisão preventiva foi cumprido por policiais civis da Delegacia de Lajedo, sob a coordenação do delegado Filipe Carneiro.
Apesar de o caso estar relacionado a uma denúncia registrada em Lajedo, o homem foi localizado no bairro de Queimadas, no município de Jurema, também situado no Agreste pernambucano.
A prisão ocorreu após autorização judicial, com base no pedido apresentado pela Polícia Civil durante a investigação.
Depois de ser detido, o suspeito foi conduzido para os procedimentos legais. Ao término das providências policiais, ele foi colocado à disposição da Justiça.
A Polícia Civil não divulgou outros detalhes sobre as circunstâncias da suposta agressão nem sobre a identidade da criança e dos familiares envolvidos. O caso segue sob investigação.
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Os policiais militares apreenderam uma espingarda calibre 12, com sete munições, e outra espingarda calibre 28, com cinco munições.
O produto atua estimulando o sistema imunológico a reconhecer e combater as células cancerígenas.
A Justiça do Distrito Federal autorizou ainda o bloqueio de R$ 3,483 bilhões, alcançando 64 pessoas físicas e 120 pessoas jurídicas.
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