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Faccionado do PCC e foragido recebe PM a tiros e morre baleado durante confronto

Com um mandado de prisão em aberto depois de fugir de uma unidade prisional, "Marola", de 27 anos, iniciou uma troca tiros com o Batalhão de Choque.

Gabriel Alves

18 de fevereiro de 2026 às 13:10   - Atualizado às 13:10

"Marola", faccionado do PCC que morreu durante tiroteio e armamento apreendido pela Polícia Militar.

"Marola", faccionado do PCC que morreu durante tiroteio e armamento apreendido pela Polícia Militar. Fotos: Reprodução e PMDF/Divulgação. Arte: Portal de Prefeitura

Cleiton Moreira dos Santos, de 27 anos, faccionado do Primeiro Comando da Capital (PCC), morreu após trocar tiros com agentes do Patrulhamento do Batalhão de Choque (Patamo) da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), na segunda-feira, 16 de fevereiro, na região administrativa de Brazlândia.

Conhecido como "Marola", o homem possuía um mandado de prisão aberto depois de fugir da unidade prisional na qual cumpria pena. Segundo a PM, ele era considerado de alta periculosidade.

A corporação afirma que durante o cumprimento do mandado, o faccionado teria iniciado disparos de arma de fogo contra os agentes quando chegaram na localidade, começando um confronto. Na ação, o membro da organização criminosa foi baleado e não resistiu aos ferimentos, morrendo na área.

Os policiais apreenderam o armamento utilizado no ataque e conseguiram recuperar uma motocicleta com registro de roubo.

"Marola" havia sido condenado a 26 anos e 8 meses de reclusão e estava em regime semiaberto.

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A Polícia Civil do DF (PCPDF) vai investigar o caso.

Membros do PCC são presos

Cinco criminosos ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC) foram presos após uma tentativa de megaassalto ao Banco da República Oriental do Uruguai, no início do mês de fevereiro, em Montevidéu.

O plano executado e frustrado contou com Raimundo de Souza Pereira, de 61 anos, conhecido como "Piauí, condenado pelo furto ao Banco Central na cidade de Fortaleza, no Ceará, em agosto de 2005.

À época, R$ 164 milhões foram levados na ação que ficou conhecida, nacionalmente, como o furto da história do Brasil. A estratégia usada para furtar a instituição financeira uruguaia foi construída aos moldes da brasileira.

Operação falha

A trama usada no país sul-americano baseou-se na escavação estratégica de um túnel e divisão rigorosa das funções de cada membro da empreitada.

A polícia de Montevidéu prendeu o ex-estudante de engenharia e acusado de um roubado a banco em São Paulo, em 1996, Eduardo Félix Farias, Carlos Emerson Cruz, Marcelo Paulo Costa e Danilo do Amor Divino Lima, detido em nação vizinha. Todos são tidos como integrantes do PCC e podem ser extraditados para o Brasil.

Além dos brasileiros, quatro uruguaios, entre eles um dos líderes do esquema, Jorge Fulco, apontado como narcotraficante ligado à organização criminosa de Marcola, e um casal de paraguaios foram detidos.

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