Advogado criminalista João Neto e momento da agressão. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
Nova imagens de segurança, por outro ângulo, mostram o advogado criminalista João Neto, conhecido nas redes sociais, preso na segunda-feira, 14 de abril, arrastando a companheira no apartamento em um episódio de agressão. (veja vídeo abaixo)
A mulher agredida, deu entrada em um hospital particular de Maceió com ferimentos no queixo. Segundo o depoimento da vítima, o ex-policial militar da Bahia a retirou à força do apartamento onde estavam e a empurrou, fazendo com que ela caísse no chão.
A queda causou um corte profundo no queixo, exigindo três pontos. Logo após a agressão, policiais da Operação Policial Litorânea (Oplit) prenderam o advogado de 47 anos em flagrante e o conduziram à Central de Flagrantes, onde ele aguarda a audiência de custódia.
A defesa do suspeito, por meio de nota, reconheceu a existência de imagens que mostram a agressão.
Conforme o boletim de ocorrência, a mulher confirmou ter sofrido agressões e revelou que não foi a primeira vez. Ela mora em Arapiraca, mas viajou até Maceió com a intenção de viver com o companheiro. O relacionamento dura cerca de dois anos e já teve outro episódio de violência em outubro do ano passado, quando ela sofreu ferimentos na cabeça e precisou ser hospitalizada.
Durante a agressão mais recente, havia prestadores de serviço no imóvel. Uma das testemunhas afirmou que viu o casal cair no chão e que a mulher teria escorregado por estar descalça. No entanto, a vítima sustenta que foi empurrada durante uma discussão e afirma que o companheiro a expulsou do apartamento diante de todos que estavam presentes.
“A defesa do Advogado João Neto, vem a público informar que toma ciência das reportagens que circulam quanto ao suposto cometimento de crime no âmbito da violência doméstica, todavia esse assunto será esclarecido a partir de amanhã em sede de audiência de custódia, em que pese a mesma não ser o ambiente propício para discussão de mérito”.
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O inquérito foi concluído e relatado ao Poder Judiciário em fevereiro deste ano
Segundo nota divulgada pelo STF, o conteúdo foi tornado público pela CPI do INSS, que recebeu o material por ordem do ministro André Mendonça, relator do caso na Corte.
Após cometer o crime, que ocorreu em Suape, o homem fugiu na sequência e foi localizado pela polícia no Cabo de Santo Agostinho.
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