Momento em turista toca em tartaruga-marinha. Foto: Reprodução
Uma turista da cidade de Florianópolis, em Santa Catarina, foi multada em R$ 10 mil pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) após ser flagrada tocando em uma tartaruga-marinha durante um banho de mar em Fernando de Noronha, Pernambuco. O caso, registrado em vídeo, mostra a mulher e outra pessoa acariciando o animal, identificado como uma Chelonia mydas, espécie ameaçada de extinção. (veja vídeo abaixo)
A autuação foi aplicada pelo Núcleo de Gestão Integrada do ICMBio no dia 3 de outubro, conforme divulgado na quarta-feira, 15 de outubro. Segundo o órgão ambiental, a conduta configura infração ambiental, pois o Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) de Fernando de Noronha proíbe qualquer tipo de toque, perseguição ou interferência direta com animais silvestres.
A infração foi confirmada depois que a própria turista publicou o vídeo nas redes sociais, no último 26 de setembro, mostrando o momento em que ela e os filhos se aproximam da tartaruga e passam a mão em seu casco. As imagens rapidamente repercutiram e chegaram ao conhecimento das autoridades ambientais, que abriram procedimento administrativo para apurar o caso.
O nome de Virgílio de Almeida Ignácio de Oliveira foi aprovado, por unanimidade, para exercer o cargo de administrador-geral de Fernando de Noronha.
A votação na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) aconteceu, na tarde desta quarta-feira, 13 de agosto, onde obteve, por unanimidade, 34 votos.
No dia 12 de agosto, Virgílio passou pela sabatina da Comissão de Constituição, Legislação e Justiça da Alepe, na qual também foi aprovado por unanimidade.
Foram quase cinco meses de espera, desde a indicação enviada pela governadora Raquel Lyra, em março. Como a sabatina não acontecia e a ilha precisava resolver demandas diárias, Virgílio foi nomeado administrador-adjunto, cargo temporário que vinha exercendo desde o dia 16 de maio de 2025.
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A iniciativa surge em um momento em que os estoques de sangue costumam diminuir, enquanto a demanda hospitalar continua elevada.
O estudo busca medir a percepção da população sobre a atuação das administrações municipais, com base em critérios definidos pela própria instituição responsável pela pesquisa.
Os índices elevados podem provocar aumento no nível de rios e canais, além de alagamentos em áreas mais vulneráveis.
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