Radialista sofre tentativa de hOMICÍDIO após denúcias sobre casos de corrupção em GRAVATÁ Foto: Reprodução / Instagram
O radialista José Marivan de Melo foi vítima de um ataque violento na volta para sua casa, nesta sexta-feira, 25 de outubro, em Gravatá. Segundo informações registradas no Boletim de Ocorrência, o radialista foi abordado por Dona Teia, mãe da primeira-dama do município, Viviane Facundes, que portava uma barra de ferro com uma corrente na ponta e vestindo luvas.
Momentos depois, a irmã da primeira dama, Michele Facundes, também chegou ao local em um veículo e avançou o carro na direção do radialista, além de proferir ameaças de morte.
As agressões teriam sido motivadas pelas denúncias feitas por Marivan sobre corrupção, subornos e outras irregularidades no município de Gravatá. Segundo ele, seu trabalho jornalístico está incomodando figuras influentes na cidade e acarretando ataque como o noticiado.
Marivan também relatou que as suspeitas do crime, Dona Teia e Michele Facundes, já possuem uma medida protetiva contra ele, situação que ele contesta, argumentando que é ele quem necessita de proteção. Isso porque, as agressoras já o ameaçaram antes, tanto pessoalmente quanto por redes sociais.
Após o ataque, o radialista se dirigiu à delegacia para prestar queixa e passar por exame de corpo de delito, além dos demais procedimentos necessários para formar a denúncia.
Nas redes sociais, o radialista apelou à Justiça por segurança e pediu imparcialidade na condução das investigações do caso. A Polícia Militar tentou localizar as duas mulheres, mas não conseguiu ter sucesso. Ele também públicou um vídeo momentos após o ataque. O caso segue sendo investigado.
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Em entrevista, o vereador voltou a detalhar o episódio e afirmou que o caso precisa ser investigado com mais profundidade pelo Legislativo municipal.
Caso, que envolve uma das famílias mais ricas de Pernambuco, será exibido no Domingo Espetacular da Record neste domingo com Roberto Cabrine.
A pré-candidata enfrenta resistência para compor chapas em Pernambuco devido à rejeição eleitoral e cálculos estratégicos.
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