De acordo com moradores da localidade, por volta das 22h, os sons de estrondos vindos do bloco começaram a assustar os vizinhos.
30 de janeiro de 2025 às 11:50 - Atualizado às 12:16
O prédio começou a dar sinais de que viria ao chão ainda na noite da quarta. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
O bloco D10 do Conjunto Beira Mar, no Janga, já dava seus primeiros sinais de desabamento na noite dessa quarta-feira, 29 de janeiro, em Paulista, na Região Metropolitana do Recife. Interditado desde julho de 2023, o edifício Júlia, estava comprometido, com grandes rachaduras e estruturas danificadas.
O prédio começou a dar sinais de que viria ao chão ainda na noite da quarta, mas no começo da manhã desta quinta-feira (30), o bloco D10, desabou.
De acordo com moradores da localidade, por volta das 22h, estalos vindos do prédio começaram a assustar os vizinhos. A preocupação era que, em virtudes das chuvas, moradores em condição de rua tivessem invadido os apartamentos do bloco.
A dúvida foi rechaçada pela Defesa Civil de Paulista, que na manhã desta quinta-feira (30) interditou a área. Houve a confirmação de que havia vigilante para impedir a invasão do prédio e que o desabamento não deixou vítimas.
Ainda de acordo com moradores do Conjunto Beira Mar, ao contrário do D10, outros blocos interditados estão com pessoas morando. A Defesa Civil de Paulista alegou que não tem poder de retirar ninguém à força dos apartamentos.
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O reitor da universidade estimou o prejuízo em aproximadamente R$ 100 milhões, considerando equipamentos, insumos e materiais de maneira geral.
Cinco paróquias dedicadas à padroeira do Brasil estão localizadas em Recife, Paulista, Jaboatão dos Guararapes, São Lourenço da Mata e Vitória de Santo Antão.
Além das armas, a equipe também apreendeu munições e materiais que, segundo a corporação, seriam utilizados para a produção de munições.
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