PERNAMBUCO: ADOLESCENTE é ESTUPRADA por IRMÃO e ACORRENTADA pelos PAIS; polícia realiza PRISÕES. Foto: Diário de Pernambuco (Arquivo)
A Polícia Civil de Pernambuco prendeu os pais e o irmão mais velho de uma adolescente por estupro, agressões e maus tratos. A vítima tinha 15 anos na época do fato e chegou a ser acorrentada pela família para não denunciar os crimes.
Segundo com as investigações, a adolescente contou aos pais que havia sido abusada pelo irmão paterno, de 19 anos. Entretanto, eles culparam a filha pelo abuso e começaram a espancar a jovem.
Com ferimentos e lesões pelo corpo, a menina foi acorrentada para que não denunciasse os crimes na delegacia. Ela ficou presa por uma semana, sendo monitorada por uma câmera de segurança.
Nesse intervalo, as agressões se repetiram, junto com ameaças e xingamentos. Ainda de acordo com a polícia, a vítima só era solta para arrumar a casa, tomar banho e fazer as necessidades fisiológicas.
Após as lesões e os hematomas desaparecerem, a adolescente voltou à escola e mostrou as imagens da câmera para uma professora. Depois de acolher a menina, a docente a acompanhou até a Delegacia Especializada de Crimes Contra Criança e Adolescente (DECCA), onde foi instaurado o inquérito policial.
O dono de uma academia de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, foi preso em flagrante no mês de março, por estuprar uma adolescente de 17 anos durante uma avaliação física no estabelecimento.
De acordo com a Polícia Civil, o crime ocorreu no bairro Severiano Moraes Filho. A jovem relatou para as autoridades que o suspeito realizava a avaliação física dela e se aproveitou da situação para cometer o crime.
O homem foi levado à delegacia após a denúncia. Ele e a vítima foram submetidos ao exame de corpo de delito.
"O autor foi capturado em seu local de trabalho e conduzido à delegacia. Após procedimentos cabíveis, ele foi apresentado para audiência de custódia", informou a Polícia Civil em nota.
1
4
14:20, 24 Ago
28
°c
Fonte: OpenWeather
As atrativas são distribuídas entre ampla concorrência e reservas destinadas a candidatos negros ou pardos, indígenas e pessoas com deficiência, conforme as regras estabelecidas para cada função.
Nesse cenário, 6,2% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 10,5% não souberam ou não responderam.
Segundo a Secretaria de Administração do Estado, tanto pessoas físicas quanto jurídicas poderão dar lances.
mais notícias
+