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Parceria entre Lula e Raquel Lyra ajudou a reduzir a extrema pobreza em Pernambuco entre 2022 e 2025

Levantamento mostra que o estado reduziu em 41% a extrema pobreza, impulsionado por programas sociais e pela geração de empregos.

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03 de agosto de 2026 às 17:00   - Atualizado às 17:11

Presidente Lula (PT) e Governadora Raquel Lyra (PSD)

Presidente Lula (PT) e Governadora Raquel Lyra (PSD) Foto: Ricardo Stuckert

Pernambuco registrou uma redução de 41% no número de pessoas em situação de extrema pobreza entre 2022 e 2025, segundo levantamento do Instituto de Gestão Pública de Pernambuco (IGPE), elaborado com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No período, cerca de 626 mil pernambucanos deixaram a condição de extrema pobreza, resultado atribuído à combinação entre crescimento econômico, geração de empregos e ao fortalecimento de programas sociais desenvolvidos em parceria pelos governos estadual e federal.

Os dados mostram que o número de pessoas vivendo nessa situação caiu de 1,52 milhão, em 2022, para 895,7 mil em 2025. Com isso, Pernambuco atingiu o menor percentual da série histórica iniciada em 2012.

Programas sociais impulsionaram redução da pobreza

Especialistas apontam que a queda do índice está diretamente ligada à ampliação das políticas de transferência de renda nos últimos anos. Além do programa estadual Mães de Pernambuco, criado pela gestão da governadora Raquel Lyra (PSD), iniciativas do governo federal, como o Bolsa Família e outros programas sociais retomados pela administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), contribuíram para o aumento da renda das famílias mais vulneráveis.

Desde 2024, o programa Mães de Pernambuco já acumulou investimentos superiores a R$ 717 milhões, beneficiando mais de 146 mil famílias em todas as regiões do estado.

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A articulação entre os governos estadual e federal também tem sido apontada como um dos fatores responsáveis pelo fortalecimento da rede de proteção social, principalmente para mulheres chefes de família e pessoas em situação de vulnerabilidade econômica.

Crescimento econômico e geração de empregos ajudaram no resultado

Além das políticas sociais, o desempenho da economia pernambucana teve papel importante na redução da extrema pobreza. Entre 2023 e 2025, o Produto Interno Bruto (PIB) do estado registrou crescimento médio superior a 3%.

No mesmo período, Pernambuco criou aproximadamente 191 mil empregos formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), superando o total de vagas geradas entre 2010 e 2022.

Outro indicador que reforça a melhora econômica foi o aumento da renda média da população. De acordo com a Pnad Contínua, o rendimento mensal dos pernambucanos cresceu 28,5% entre 2022 e 2025, passando de R$ 1.891 para R$ 2.430.

Pernambuco mantém queda mesmo com critério mais rígido

O estudo destaca que a redução da extrema pobreza ocorreu mesmo após a atualização da linha internacional definida pelo Banco Mundial. O órgão elevou o valor de referência de US$ 2,15 para US$ 3 por pessoa ao dia, tornando mais rigoroso o enquadramento das famílias nessa condição.

Apesar da mudança metodológica, Pernambuco conseguiu manter a trajetória de queda no indicador social.

A governadora Raquel Lyra afirmou que os números refletem o esforço conjunto para ampliar oportunidades e melhorar a qualidade de vida da população.

"Temos trabalhado para fortalecer a economia, gerar oportunidades e garantir que as políticas públicas cheguem a quem mais precisa", declarou.

Integração entre os governos é apontada como estratégica

A redução da extrema pobreza em Pernambuco ocorre em um contexto de maior aproximação institucional entre o Palácio do Campo das Princesas e o Palácio do Planalto. Nos últimos anos, programas federais e estaduais passaram a atuar de forma complementar em áreas como assistência social, segurança alimentar e geração de renda.

Analistas avaliam que a combinação entre investimentos públicos, programas de transferência de renda e expansão do mercado de trabalho foi decisiva para a melhora dos indicadores sociais no estado.

Com a continuidade dessas políticas, a expectativa é que Pernambuco siga avançando na redução das desigualdades e na ampliação das oportunidades para a população mais vulnerável.

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