Mercado de Afogados, no Recife (Foto: Reprodução/ TV Globo)
Comerciantes do Mercado Público de Afogados, na Zona Oeste do Recife, denunciam infiltrações, água invadindo boxes, falta de banheiros para os clientes, estrutura deteriorada, problemas de higiene e sensação de abandono. As informações são do Diário de Pernambuco
Reportagem do Diário realizou nesta segunda-feira, 29 de junho, uma visita ao local, onde foi encontrado diversos pontos com pavimento danificado ao redor do mercado.
A matéria aponta que em alguns trechos, os buracos tomam conta da via e obrigam os motoristas a reduzir a velocidade ou desviar. A lama formada pelas chuvas também dificulta a passagem de pedestres e torna o acesso ao equipamento ainda mais complicado.
Os relatos dos comerciantes apontam que a situação se agravou nos últimos anos e que, apesar das reclamações frequentes, nenhuma solução definitiva foi adotada.
Há 26 anos trabalhando no Mercado de Afogados, a comerciante Patrícia Batista dos Santos, de 45 anos, afirma que nunca presenciou melhorias significativas no entorno do equipamento público.
Segundo ela, a principal mudança observada ao longo das últimas décadas foi o agravamento dos alagamentos.
“Não teve mudança nenhuma. Cada dia está piorando. Antigamente, quando chovia, a água baixava rápido. Depois das obras realizadas na região, ela passou a permanecer acumulada. Só diminui um pouco quando vem um caminhão fazer a sucção, mas basta chover novamente para tudo voltar a alagar.”
Ela relata que a água impede até mesmo a chegada de comerciantes e clientes.
“Quem vem de Uber precisa descer no meio do caminho porque o carro não consegue chegar. Os clientes que vêm de carro também deixam de vir porque não têm onde estacionar.”
Além da drenagem deficiente, comerciantes afirmam que o estado das vias se deteriorou após intervenções realizadas na região. Eles relatam que os buracos são fechados com operações de tapa-buraco, mas reaparecem sempre que chove.
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O fogo atingiu o estabelecimento situado na Rua Aprígio Guimarães. Além disso, o Corpo de Bombeiros atuaram no combate às chamas para evitar que o incêndio se espalhasse.
O homem morreu ainda no local. O motorista da carreta não permaneceu na área após o atropelamento e não havia sido localizado até a última atualização.
Jovem perdeu o controle do veículo e atingiu uma mureta nas proximidades do Aeroporto da capital; vítima foi levada ao Hospital da Restauração.
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