Atendimentos no HSE Foto divulgação
A chegada de novos especialistas junto a expansão da equipe médica no setor pediátrico do Hospital dos Servidores Públicos Estaduais (HSE), aumentou a oferta de atendimentos a crianças e adolescentes de 0 a 16 anos, reduzindo tempo de espera e intensificando a qualidade no atendimento a assistência básica.
Vinculado ao Instituto de Atenção à Saúde e Bem-Estar dos Servidores do Estado de Pernambuco (Iassepe), O acolhimento a essa faixa etária passou da média de 240 para 500 ao mês. Um acréscimo mensal, nos últimos seis meses, de 108,33% no acesso ambulatorial pediátrico.
São 12 novos profissionais, especialistas em cardiologia pediátrica, pneumologia, neurologia, gastroenterologia, entre outras.
Esse fato positivo no atendimento a crianças e adolescentes no HSE demonstra os bons frutos da nossa estratégia de gestão em priorizar a melhoria na qualidade e diversidade do atendimento aos beneficiários do nosso sistema como um todo”, afirma o presidente do Iassepe, Douglas Rodrigues.
Ele ressalta, ainda, a importância do convênio com o Centro Universitário Maurício de Nassau (Uninassau) com a participação de seus médicos preceptores na equipe do HSE.
A diretora Médica do hospital, Karla Cristina Boga, ressalta, ainda, a importância do atendimento ambulatorial integrado do Hospital.
“O ambulatório é mais do que um espaço de consultas, é um ambiente de proteção, prevenção e promoção da vida. E nossos especialistas nas diversas áreas atuam cada vez mais de forma integrada para garantir diagnósticos precisos e tratamentos eficazes”, ressalta a diretora médica hospitalar.
As especialidades mais procuradas são cardiologia, alergologia e pneumologia, seguida de endocrinologia, hepatologia e gastroenterologia, de acordo com dados da Superintendência de Atendimento Ambulatorial.
“Essa ampliação trouxe um impacto extremamente positivo, permitindo que casos mais complexos sejam acompanhados de forma especializada dentro do próprio ambulatório, evitando encaminhamentos externos e proporcionando maior resolutividade no cuidado”, ressalta a superintendente do ambulatório, Andréa Micheles
Segundo a pneumologista, Aline Vergetti, na sua especificidade as maiores queixas no ambulatório são crianças com diagnóstico de asma, que vêm para acompanhamento, além de pacientes com histórico de tosse crônica.
“Nesses casos, o tratamento preventivo evita as idas constante às emergências e diminui o risco de internações”, explica a médica, Aline Vergetti.
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