Simulação do exame de mama. Fotos: Reprodução. Edição: Portal de Prefeitura
O cuidado com a saúde das mulheres e a prevenção ao câncer de mama tem sequência no mês de novembro, no Jaboatão dos Guararapes. A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, levará os mamógrafos móveis a diversos bairros do município.
O objetivo é ampliar o acesso das mulheres à prevenção e detecção precoce do câncer de mama, para aquelas sem sintomas ou queixas, na faixa etária de 50 a 69 anos. A mamografia de rastreio segue a recomendação do Ministério da Saúde. Os exames serão realizados de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 16h, de acordo com o cronograma abaixo, divulgado pela Secretaria.
Para realizar o procedimento, as mulheres devem residir no município e apresentar RG, CPF e cartão SUS no dia do exame. Nesta sexta-feira, 1º de novembro, os atendimentos serão realizados no Hospital Memorial Jaboatão, em Engenho Velho.
Confira os demais dias e locais de atendimento:
Em junho deste ano, 77.243 brasileiras aguardavam por uma mamografia no Sistema Único de Saúde (SUS). Santa Catarina é o estado com mais mulheres na fila de espera, cerca de 17 mil. Em seguida, aparecem São Paulo (15 mil) e Rio de Janeiro (12,5 mil). Juntos, os três estados somam 56% do total de pacientes à espera do principal exame para detecção do câncer de mama. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 31 de outubro, pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR).
Segundo a entidade, em alguns locais do país, o tempo de espera por uma mamografia na rede pública pode chegar a 80 dias. O exame, quando realizado em tempo hábil, permite a detecção precoce de alterações mamárias, aumentando as chances de tratamento bem-sucedido e reduzindo a necessidade de intervenções invasivas e onerosas.
“Os números revelam parte da sobrecarga no SUS e devem ser levados em conta, especialmente pelos recém-eleitos nas eleições municipais, na formulação e manutenção de políticas de saúde pública”, avaliou o CBR.
Em nota, a entidade alerta que a fila de espera por mamografias no SUS pode ser ainda mais longa do que o indicado oficialmente.
“Isso porque o SISREG [Sistema de Regulação] do Ministério da Saúde, plataforma que deveria registrar em uma fila única as demandas por cirurgias eletivas no país, depende de dados fornecidos voluntariamente pelas secretarias de saúde estaduais e municipais.”
“Um exemplo dessa discrepância pode ser observado no Distrito Federal, onde o sistema nacional informa uma fila de espera de 306 pacientes aguardando pelo exame. No entanto, dados divulgados pela imprensa local, baseados no Mapa Social do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPTDF), apontam que o número real de mulheres à espera de uma mamografia é dez vezes maior, alcançando 3,6 mil.”
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