Eduardo da Fonte no Hospital Oswaldo Cruz. (Foto: Divulgação)
O Hospital Oswaldo Cruz alcançou, nesta segunda-feira, 15 de junho, a marca de 150 cirurgias HIPEC (Quimioterapia Intraperitoneal Hipertérmica) realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
O presidente estadual da Federação União Progressista e pré-candidato ao Senado, deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP), acompanhou o procedimento ao lado do médico oncologista e intensivista Dr. Tarcísio Reis.
A paciente beneficiada foi Eliane, moradora de Caruaru, no Agreste pernambucano. O acesso ao tratamento pelo SUS só foi possível após articulação de Eduardo da Fonte junto ao Ministério da Saúde, que garantiu o credenciamento do serviço no hospital.
Considerada uma das cirurgias oncológicas mais complexas da medicina, a HIPEC combina a retirada de tumores com a aplicação de quimioterapia aquecida diretamente na cavidade abdominal.
Dr. Tarcísio Reis destacou a importância da atuação do parlamentar para a consolidação do serviço.
“O trabalho de Eduardo da Fonte tem salvado vidas. Esse credenciamento permitiu que pacientes que antes não tinham acesso a esse tratamento de alta complexidade pudessem realizar a cirurgia pelo SUS. Hoje, o Hospital Oswaldo Cruz é referência nacional nessa área graças a essa conquista”, afirmou.
Eduardo da Fonte, acompanhou, em agosto do ano passado, a primeira cirurgia de quimioterapia intraperitoneal pressurizada (PIPAC) realizada pelo SUS em Pernambuco, no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC).
O procedimento, conduzido pelo médico cirurgião Dr. Tarcísio Reis, pioneiro na citorredução com HIPEC e agora também na PIPAC, foi realizado em uma paciente de 32 anos.
Ao lado do deputado estadual Pastor Adalto Santos, presidente da Comissão de Saúde da Alepe, Eduardo da Fonte destacou a importância de credenciar a PIPAC no Sistema Único de Saúde, para que mais pacientes tenham acesso à tecnologia.
O parlamentar também solicitou a realização de uma audiência pública na Câmara dos Deputados para discutir a incorporação do procedimento ao SUS.
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A avaliação da legenda é de que uma eventual retirada poderia beneficiar João Campos, já que o eleitorado do partido está situado no campo da esquerda e poderia migrar para o candidato socialista.
Um terceiro homem, apontado nas informações iniciais como autor dos disparos, também morreu no local após uma troca de tiros.
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