Programa Mães de Pernambuco e Cozinhas Comunitárias Foto Montagem/Portal de Prefeitura
O Governo de Pernambuco, sob a gestão da governadora Raquel Lyra, tem reforçado nos últimos anos um conjunto de políticas públicas voltadas à assistência social, segurança alimentar e redução da pobreza. Entre as principais iniciativas estão o programa Mães de Pernambuco e as Cozinhas Comunitárias, que juntos compõem uma rede de proteção social voltada à população em situação de vulnerabilidade.
As ações são apresentadas pelo governo como parte de uma estratégia integrada que busca não apenas o enfrentamento imediato da fome, mas também a ampliação da renda e da autonomia de famílias em situação de risco social.
Mais do que números, são 300 portas abertas diariamente para acolher quem mais precisa. Desde 2023, as Cozinhas Comunitárias já serviram mais de 27,6 milhões de refeições gratuitas em todas as regiões do estado, garantindo alimento de qualidade, proteção social e dignidade à população pernambucana.
As unidades estão instaladas principalmente em áreas de maior vulnerabilidade social e atendem pessoas cadastradas em serviços de assistência como CRAS e CREAS. Segundo dados do governo, o programa ultrapassa a marca de centenas de milhares de refeições servidas mensalmente, garantindo acesso regular à alimentação para famílias em situação de pobreza extrema.
Outro destaque é o programa Mães de Pernambuco, criado em 2024, que oferece transferência de renda no valor de R$ 300 mensais para mulheres gestantes ou responsáveis por crianças de até seis anos, inscritas no CadÚnico e sem vínculo formal de emprego.
A iniciativa é voltada especialmente para mães solo em situação de vulnerabilidade e busca complementar a renda familiar, além de fortalecer o cuidado com a primeira infância.
Os programas sociais integram um cenário mais amplo de indicadores econômicos e sociais que apontam redução da pobreza no estado. De acordo com estudo do Instituto de Gestão Pública de Pernambuco (IGPE), baseado em dados do IBGE, a extrema pobreza caiu cerca de 41% entre 2022 e 2025.
No período, aproximadamente 626 mil pessoas deixaram essa condição no estado. Em termos percentuais, a taxa recuou de 16,1% da população em 2022 para 9,4% em 2025, considerando a atualização da linha internacional de extrema pobreza pelo Banco Mundial.
Mesmo com o critério mais rigoroso adotado recentemente, o estado manteve trajetória de queda no indicador, segundo o levantamento.
Além dos programas sociais diretos, o governo destaca o crescimento econômico e a geração de empregos como fatores complementares na redução da vulnerabilidade social.
Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontam a criação de cerca de 191 mil empregos formais em Pernambuco entre 2023 e 2025. No mesmo período, o rendimento médio mensal no estado também apresentou crescimento, com avanço de 28,5%, passando de R$ 1.891 para R$ 2.430.
Para o governo estadual, a combinação entre políticas de transferência de renda, segurança alimentar e expansão do mercado de trabalho tem sido determinante para a melhora dos indicadores sociais.
A estratégia adotada pela gestão estadual é apresentada como um modelo de integração entre assistência social imediata e políticas de desenvolvimento econômico. Enquanto programas como as Cozinhas Comunitárias atuam diretamente no combate à fome, o Mães de Pernambuco busca garantir suporte financeiro mínimo para famílias vulneráveis.
Segundo a administração estadual, o objetivo é reduzir desigualdades e ampliar a proteção social em regiões mais afetadas pela pobreza, especialmente no interior do estado.
Com a redução dos índices de extrema pobreza e a ampliação de programas sociais, o governo afirma que Pernambuco avança na construção de uma rede de assistência mais estruturada e contínua, com foco na melhoria das condições de vida da população mais vulnerável.
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Desde o início da ação, em maio de 2025, já foram realizados 122.612 atendimentos em 173 municípios pernambucanos. O total inclui 26.139 consultas e 96.473 exames e biópsias.
O evento acontecerá de 15 de agosto, com concentração às 5h e largada às 6h, na Praça Duque de Caxias, conhecida como Praça do Quartel, em Casa Caiada.
O caso foi em 2025, mas a decisão de segunda instância foi publicada na última semana de julho. O tribunal manteve a condenação definida anteriormente pela Justiça do Trabalho.
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