Aos aliados, a ministra afirmou que teria um canal de comunicação direto com os presidentes do Congresso, para resolver rapidamente eventuais imbróglios do governo.
12 de março de 2025 às 09:42 - Atualizado às 10:07
Reunião de Gleisi Hoffmann com partidos de esquerda Foto: Aldo Barranco/PT
A reunião dessa terça-feira, 11 de março, de partidos de esquerda com a recém-empossada ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, teve direito à cachaça.
A nova responsável pela articulação política do governo Lula afirmou que daria vasão à nomeação dos cargos e liberação de emendas. De acordo com Gleisi, as siglas cumprirã as propostas acordadas com o ex-ministro Alexandre Padilha.
Apesar de terem boa relação com Padilha, os líderes do Congresso reclamam da Casa Civil, comandada por Rui Costa. Na ocasião, frequentemente travava os acordos firmados pelo antigo SRI.
Uma das expectativas dos líderes é, justamente, que Gleisi, como presidente do PT até a última semana, tenha “tinta na caneta”. Ou seja, para fazer com que as demais pastas na Esplanada cumpram as demandas da articulação política.
Gleisi também afirmou aos líderes da base que tentaria promover mais reuniões do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com representantes do Congresso. Ainda nesta terça-feira, a nova SRI janta com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e líderes do Centrão.
Aos aliados, a ministra afirmou que teria um canal de comunicação direto com os presidentes do Congresso, para resolver rapidamente eventuais imbróglios do governo no Legislativo.
Ainda na reunião, a ministra empoderou os três líderes do governo no Legislativo: o da Câmara, José Guimarães (PT-CE); do Senado, Jaques Wagner (PT-BA); e do Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP).
Segundo interlocutores, o trio recebeu autorização para tocar as articulações com parlamentares e terão canal facilitado com a SRI para amarrar acordos com os pares.
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O alerta foi divulgado na ultima quinta-feira (12) pela agência estatal KCNA.
Ela sustentou que sofreu abalo moral, psicológico e dano à integridade física em razão do atendimento médico.
No campo eleitoral, esse grupo tem peso estratégico relevante, especialmente em disputas nacionais.
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