Ministro do STF, Edson Fachin. Foto: Divulgação
O Instituto dos Advogados de Pernambuco (IAP) celebra, no próximo dia 30 de maio, seus 174 anos. O evento acontece no Salão Nobre da Faculdade de Direito, na área central do Recife, a partir das 18h30.
A celebração contará com a presença do ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que será um dos homenageados da noite com o Título de Membro Honorário, concedido pelo instituto pernambucano.
“A solenidade será marcada também pela entrega da medalha de reconhecimento da Instituição Flávio de Queiroz Bezerra Cavalcanti – uma justa referência ao saudoso advogado, respeitado e que muito acrescentou ao universo do Direito. A medalha, instituída como uma honraria anual do IAP, é concedida a figuras públicas que colaboram com o aperfeiçoamento jurídico, escolhidas mediante critérios traçados pela Diretoria do IAP”, destaca a presidente do Instituto, Érika Ferraz.
Lançamento
Na agenda festiva, haverá também um lançamento aguardado: a nova edição da obra “Da Legitimidade de Parte no Contrato”, de José Veiga, atualizada por Guilherme Veiga. A publicação tem apresentação assinada por Carlos Ayres Britto, ex-Ministro do STF (2003 a 2012) e que também presidiu o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), além de prefácio de Fachin.
O Instituto dos Advogados de Pernambuco (IAP) é um dos mais tradicionais institutos do país, sendo o segundo mais antigo no segmento da advocacia do Brasil, após o Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB). O IAP foi fundado em 11 de maio de 1851. Ao longo deste mês, ganhou festejos simbólicos e encerra maio com essa noite de celebrações, na igualmente tradicional Faculdade de Direito do Recife.
2
4
20:35, 27 Mar
28
°c
Fonte: OpenWeather
Alinhado à ordem executiva da Casa Branca, Comitê Olímpico restringe categoria feminina a mulheres biológicas e adota critério do gene SRY.
Localizado no Polo Cabo Branco, gigante hoteleiro conta com 1.128 quartos e 9 mil m² de piscinas, transformando o turismo no Nordeste.
Nova política de elegibilidade limita categoria feminina a mulheres biológicas e restringe participação de atletas com DSD, como Caster Semenya.
mais notícias
+