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"Todos os ministros são culpados pela queda na popularidade de Lula", diz chefe da Secom

A aprovação da gestão petista caiu de 47% para 41%, segundo o último levantamento da Genial/Quaest divulgado nesta quarta-feira (2).

Everthon Santos

03 de abril de 2025 às 16:25   - Atualizado às 16:25

Ministro Sidônio Palmeira e presidente Lula.

Ministro Sidônio Palmeira e presidente Lula. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom), Sidônio Palmeira, afirmou nesta quinta-feira, 3 de abril, que os ministros são responsáveis pela queda na popularidade da gestão. O índice de desaprovação do governo Lula chegou a 56% no mês de março, segundo a pesquisa Genial/Quaest.

"Não tem nada que me isentar de impopularidade. Eu acho que a impopularidade tem responsabilidade de todos os ministros. Todas as áreas, a área política, gestão, comunicação, todo mundo. Isso não tem absolutamente nenhum problema", afirmou o ministro após o evento "Brasil Dando a Volta por Cima", no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília.

A cerimônia, que teve tom de campanha política, teve como objetivo apresentar um balanço dos últimos dois anos da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em meio à queda na popularidade do governo. A aprovação da gestão petista caiu de 47% para 41%, segundo o último levantamento da Genial/Quaest divulgado nesta quarta-feira, 2.

"Quanto à questão de popularidade do presidente, o objetivo principal desse evento, o objetivo desse evento, não foi isso", disse o ministro.

O chefe da Secom afirmou ainda que o seu trabalho frente à pasta serve apenas para "informar a população sobre as ações do governo".

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"Quanto à opinião da população sobre o governo, se acha isso, ou disso e daquilo, aí não é questão de a gente ficar definindo", concluiu.

A nova campanha publicitária busca reverter a queda na popularidade do governo federal. Durante o evento, a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teve um papel central. Onze das 36 medidas anunciadas como entregas do governo Lula fazem referência explícita a melhorias em relação aos quatro anos sob Bolsonaro.

Estadão Conteúdo

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