Policiais mortos na megaoperação. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
A megaoperação nos complexos da Penha e Alemão, no Rio de Janeiro, contra o Comando Vermelho na terça-feira, 28 de outubro, resultou na morte de 64 pessoas, sendo 60 suspeitos de serem faccionados e 4 policiais: dois civis e dois militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE).
Segundo a Polícia Civil carioca (PCRJ), Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho e Rodrigo Velloso Cabral foram as vítimas fatais do confronto. A corporação afirmou que os ataques aos agentes não ficaram impunes.
Conhecido como "Máskara", Marcus tinha 51 anos e era chefe do 53º DP de Mesquita. Ele tinha sido promovido poucos dias aqui. O velório ocorre na manhã desta quarta (29) e o sepultamento às 13h30.
Rodrigo Cabral, de 34 anos, havia acabado de se formar e atuava na entidade há dois meses. Trabalhava como inspetor e atuava na 39ª DP de Campo Grande. Casado há 17 anos, deixa uma filha.
Nas redes sociais, a esposa do agente prestou uma homenagem:
"Hoje, a dor da sua ausência é imensurável e nos rasga a alma, mas preciso encontrar forças para te dizer adeus e honrar a memória de quem você foi: um herói em sua profissão e um gigante em nossa vida... Sua dedicação como Policial Civil era a prova do seu coração corajoso. Você partiu cumprindo sua missão de proteger a sociedade, e isso é um legado de bravura que jamais será esquecido. Você era um homem de princípios, de fibra e de uma coragem que inspirava a todos".
Já na Polícia Militar do Rio (PMERJ), Cleiton Serafim Gonçalves e Heber Carvalho da Fonseca, os agentes do BOPE, também faleceram durante a ação.
Os PMs chegaram a ser socorridos e encaminhados ao Hospital Getúlio Vargas, mas não resistiram aos ferimentos.
Ambos sargentos, Cleiton, de 42 anos, ingressou na corporação em 2008 e deixa esposa e uma filha. Heber, de 39, entrou na PM em 2011 e deixa dois filhos, esposa e um enteado.
No total, cerca de 2,5 mil policiais civis e militares participaram da ofensiva. No Alemão e na Penha, 48 escolas tiveram as atividades afetadas. Além do clima de medo nas favelas, houve interferência na Linha Amarela do Metrô e tentativas de bloqueio da Avenida Brasil.
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Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
As vendas de produtos eletrônicos eram feitas pela plataforma principal, mas os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada.
Juliana, de 27 anos, começou a passar mal rapidamente, com problemas respiratórios. Ela foi levada ao hospital, mas sofreu uma parada cardíaca e morreu.
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