Simpere x João Campos Foto: Arte/Portal de Prefeitura
Na tarde desta terça-feira, 10 de junho, o Sindicato Municipal dos Profissionais de Ensino da Rede Oficial do Recife (Simpere) publicou uma nota nas redes sociais exigindo que a Prefeitura do Recife devolva os valores descontados dos salários dos educadores em decorrência da greve.
De acordo com o sindicato, os cortes foram feitos de forma arbitrária e numa tentativa da gestão de João Campos de criminalizar os profissionais da educação que aderiram ao movimento grevista em busca de reajuste salarial com base no piso nacional do magistério.
"A gestão João Campos tentou criminalizar os professores que estavam em greve lutando pelos seus direitos e puniu os grevistas com cortes de salários arbitrários. O tratamento dado às professoras e professores em greve pelo prefeito João Campos se assemelhou ao de governos de extrema-direita. A força da nossa luta conquistou a devolução em folha extra e agora exigimos o pagamento imediato!", afirmou o sindicato.
Além da devolução dos valores descontados, o Simpere cobra o envio imediato do Projeto de Lei à Câmara de Vereadores, para garantir o cumprimento do acordo firmado com a Prefeitura em maio deste ano. O compromisso prevê um reajuste de 3% e um abono de 3,27%, em parcela única, referente ao período de janeiro a dezembro de 2025, sem incorporação à carreira.
A categoria também exige que o pagamento dos valores acordados seja efetuado ainda na folha salarial do mês de junho.
"Seguiremos firmes, mobilizadas e mobilizados, pois quem luta pela educação não pode ser punido. Não aceitaremos retaliações contra uma categoria que segue comprometida com a educação do Recife! Lutar é um direito, punir é autoritarismo! João Campos, devolva o que é nosso!", conclui a nota.
3
4
00:36, 05 Ago
24
°c
Fonte: OpenWeather
A decisão foi comunicada aos funcionários nesta terça-feira (4). Um vídeo que circula nas redes sociais registra o momento em que é comunicada uma reestruturação na unidade.
Segundo a governadora, a reunião reforçou a importância do diálogo entre os poderes e das instituições responsáveis pela condução do processo democrático
Durante a inspeção, os auditores identificaram uma série de problemas que, segundo o órgão, comprometiam as condições mínimas de dignidade, saúde, segurança e conforto exigidas pela legislação trabalhista
mais notícias
+