Eduardo da Fonte Foto: Divulgação/ Câmara dos Deputados
O União Brasil e o Progressistas irão oficializar na próxima terça-feira, 29 de abril, direto de Brasília, o acordo para formar uma federação com o deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) no comando em Pernambuco.
Com a federação, os partidos formarão o maior agrupamento da Câmara dos Deputados, com 108 parlamentares, e o terceiro do Senado, com 13 integrantes.
O anúncio chega após meses de negociação entre as legendas, que passarão a se declarar União Progressista.
A união terá impacto direto no tabuleiro eleitoral de 2026, colocando o parlamentar em uma posição de destaque para a disputa ao cargo de senador no próximo pleito.
Uma das principais pautas de Eduardo é a Saúde, que costuma enviar emendas para hospitais de Pernambuco.
No final do ano passado, por exemplo, o parlamentar chegou a ser homenageado com uma placa em reconhecimento aos recursos destinados ao Hospital e Maternidade Santa Maria.
Com um total de R$ 2,6 milhões em emendas parlamentares, Eduardo da Fonte se tornou o parlamentar que mais enviou emendas na história da instituição.
O deputado veterano também busca a interiorização do tratamento oncológico no interior de Pernambuco, chegando a se encontrar com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no início de abril para tratar do Hospital do Câncer do Sertão do Araripe.
A unidade tem potencial para atender pacientes de diversos municípios de Pernambuco, além de regiões do Piauí, Ceará e cidades vizinhas, ampliando o acesso ao tratamento oncológico em áreas historicamente desassistidas.
“Estamos trabalhando para que o tratamento contra o câncer chegue ao sertão com estrutura e dignidade. A interiorização da oncologia é um passo essencial para levar saúde pública de qualidade a quem mais precisa”, afirmou o deputado Eduardo da Fonte.
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O deputado estadual o candidato ao Senado direcionou o chamado a moradores de diferentes regiões de Pernambuco, incluindo Sertão, Agreste, Zona da Mata, Mata Sul e Região Metropolitana.
Os porcentuais estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos
A rejeição do petista oscilou de 53% para 55% em relação ao levantamento da semana passada, dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais. Já o senador manteve os 55% registrados.
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