Prefeita de Marituba, no Pará, Patrícia Alencar. Foto: Montagem Portal de Prefeitura/Reprodução
Marituba, cidade paraense localizada na região metropolitana de Belém, apareceu entre os 15 municípios mais violentos do Brasil em um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).
A gestora da cidade é a prefeita Patrícia Alencar, que ficou nacionalmente conhecida nas redes sociais após a divulgação de um vídeo onde aparece dançando de biquíni.
A pesquisa se baseou na taxa de homicídios por 100 mil habitantes, principal indicador usado para medir a violência letal no país.
Com cerca de 140 mil moradores, Marituba ocupa a 15ª posição no ranking divulgado neste mês. O dado chama atenção especialmente por ser o único município do estado do Pará a figurar entre os 20 mais violentos do país. A lista considera dados de 2023 e usa registros oficiais dos órgãos de segurança pública.
Patrícia Alencar reúne mais de 780 mil seguidores no Instagram, onde mistura conteúdos sobre a administração municipal com momentos de lazer e vida pessoal.
A prefeita virou assunto nas redes sociais na quarta-feira, 4 de junho, após o vazamento de um vídeo em que aparece dançando forró de biquíni. Originalmente publicado em um perfil privado, o conteúdo foi posteriormente repostado por Patrícia em seu Instagram público, onde ela rebateu as críticas.
“Sério que toda essa confusão é por causa de uma mulher de biquíni? Égua do machismo! Evoluam!”, escreveu. Ela ainda completou: “Mulher pode ser trabalhadora, mãe e bonitinha!”.
A reação da prefeita gerou apoio e também controvérsia nas redes sociais, onde internautas debatem sobre liberdade, exposição pública e representatividade feminina na política. Enquanto a discussão se acirra, Patrícia segue capitalizando visibilidade, com ou sem biquíni, e reafirmando sua posição como figura pública de destaque no Pará.
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Em um dos trechos da conversa, o dono do Banco Master disse que chegou a fazer com ela uma chamada de vídeo exibindo a presença do ministro do STF.
Mesmo com saldo positivo de 752 vagas formais em janeiro de 2026,um total de 23% das famílias recifenses ainda dependem de programas sociais.
No lugar, assumirá o secretário-executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), apelidado de Conselhão, Olavo Noleto.
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