Presidente dos EUA, Donald Trump. Foto: Reprodução/Flickr
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira, 18 de junho, que "não pode dizer" se o país atacará o Irã, em meio às tensões crescentes no Oriente Médio.
A declaração ocorre um dia após ele levantar a possibilidade de os EUA entrarem no conflito ao lado de Israel.
Durante entrevista, ao ser questionado diretamente sobre a possibilidade de uma ofensiva norte-americana contra o Irã, Trump respondeu:
"Não posso dizer ainda. Vocês nem sabem se eu vou fazer isso. Vocês não sabem. Eu posso fazer, eu posso não fazer. Quer dizer, ninguém sabe o que eu vou fazer", afirmou
Trump também afirmou que o governo iraniano tentou iniciar conversas com a Casa Branca.
“Eu disse que é tarde demais. O Irã deveria ter negociado antes. A paciência acabou”, declarou.
O Irã está mobilizando mísseis e equipamentos de guerra para responder a uma eventual participação dos Estados Unidos na campanha militar de Israel contra instalações nucleares e alvos civis iranianos. A informação foi divulgada por autoridades americanas ao jornal The New York Times.
Segundo documentos de inteligência analisados por oficiais dos EUA, Teerã já elaborou planos de retaliação caso Washington se una a Tel Aviv em uma ofensiva coordenada.
As respostas incluiriam ataques a bases americanas no Oriente Médio, com foco especial na base nuclear de Fordo, localizada sob uma montanha e considerada estratégica para o programa atômico do país persa.
Como parte dos preparativos, os Estados Unidos deslocaram cerca de 30 aeronaves de reabastecimento para a Europa.
Esses aviões podem ampliar o alcance dos bombardeiros B-2, que estariam aptos a lançar a bomba penetradora “Massive Ordnance Penetrator”, projetada para destruir estruturas subterrâneas como a de Fordo.
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Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
Segundo informações divulgadas pelo UFC, o atleta teria sofrido um aparente ataque cardíaco enquanto dormia e não resistiu.
o líder argentino ainda completou dizendo, ''ele foi solto por uma falha administrativa no procedimento, não por ser inocente'', afirmou.
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