Donald Trump. Foto: Reprodução
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira, 31, que está tornando a Nigéria um "país de preocupação especial", em razão do que chamou de ameaça existencial ao cristianismo no país africano.
"Milhares de cristãos estão sendo mortos. Islâmicos radicais são responsáveis por esse massacre em massa", escreveu, sem apresentar provas.
Em publicação na Truth Social, Trump disse ter solicitado aos congressistas americanos Riley Moore e Tom Cole que "examinem imediatamente essa questão e apresentem um relatório".
Segundo ele, "quando cristãos, ou qualquer grupo semelhante, são massacrados como está acontecendo na Nigéria, algo precisa ser feito".
O republicano acrescentou que os Estados Unidos "não podem ficar de braços cruzados enquanto tais atrocidades ocorrem na Nigéria e em diversos outros países".
Ele ainda afirmou que Washington "está pronta, disposta e é capaz de salvar nossa grande população cristã ao redor do mundo".
Estadão Conteúdo
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O procedimento foi recomendado após médicos identificarem uma lesão em estágio inicial. A operação havia sido anunciada pelo pontífice no domingo, 11 de outubro.
Em mensagem de áudio compartilhada com contatos pelo WhatsApp, Tomaz confirmou que assinou os documentos referentes à decisão e relatou que aguardava o voo de retorno ao Brasil.
O Santo Padre agradeceu a todos os fiéis, tanto os presentes na Praça São Pedro quanto aqueles que acompanhavam o Angelus de várias partes do mundo, "pela proximidade espiritual".
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