Tiroteio em escola no Canadá: suspeita de abrir fogo e deixar 10 mortos é uma mulher trans Foto: Reprodução
Na manhã desta terça-feira, 11 de fevereiro, uma escola no Canadá foi palco de um ataque que resultou em dez mortes e 25 feridos, provocando comoção em todo o país. As autoridades já classificaram o episódio como um dos massacres mais graves da história recente canadense.
O tiroteio começou por volta das 13h20, no horário local (19h20 em Brasília), em uma instituição que atende cerca de 175 alunos. A polícia chegou rapidamente ao local, encontrando seis vítimas fatais dentro da escola, além do corpo da suspeita do ataque.
Duas pessoas ainda morreram a caminho do hospital, enquanto outros dois corpos foram localizados em uma residência próxima, ligada à família da agressora. Entre os feridos, 25 tiveram ferimentos leves e duas pessoas permanecem em estado grave.
As investigações apontam Jesse Strang como principal suspeita do ataque. Segundo seu tio, Russell G. Strang, Jesse se identificava como mulher transgênero e mantinha um canal no YouTube com conteúdos voltados à comunidade LGBTQIA+, usando pronomes femininos.
Horas antes do ataque, a polícia já havia emitido um alerta sobre uma mulher de vestido e cabelos castanhos que se comportava de forma suspeita na região, mas o episódio não pôde ser evitado.
O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, cancelou compromissos na Europa e declarou estar “devastado” com a tragédia, enfatizando a solidariedade do país às famílias das vítimas. O prefeito local, Darryl Krakowka, afirmou que um evento dessa gravidade é inimaginável em uma cidade pequena, onde “todos se conhecem como uma família”.
Autoridades continuam investigando os motivos do ataque e realizam buscas em propriedades rurais próximas para descartar a presença de outros envolvidos. O episódio reacende o debate sobre a necessidade de medidas de segurança mais rigorosas em escolas e programas de prevenção de crimes, buscando evitar que tragédias como essa se repitam.
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