Tiktoker de 21 anos viraliza ao afirmar que não vai procurar emprego porque "não pediu para nascer" Foto: Reprodução
Um tiktoker de 21 anos virou assunto nas redes sociais após publicar um vídeo em que afirma que não pretende procurar emprego. O influenciador Hassan Azteca declarou que “nasceu sem seu consentimento” e, por isso, acredita que seus pais deveriam mantê-lo financeiramente.
A declaração dividiu opiniões. Muitos internautas classificaram a declaração como irresponsável, defendendo que o trabalho é parte essencial da vida adulta. Outros enxergaram a fala como uma forma de crítica às pressões sociais e econômicas enfrentadas por jovens atualmente.
Nos Estados Unidos, por exemplo, a taxa de desemprego juvenil mencionada para julho de 2025 é de 10,8%. Já no Reino Unido, quase 1 milhão de jovens entre 16 e 24 anos estava fora do mercado de trabalho, da educação ou de treinamentos ao fim de 2025.
No Brasil, a inserção de jovens no mercado de trabalho tem na aprendizagem uma das principais portas de entrada. Entre janeiro e novembro de 2025, mais de 715 mil contratações de jovens aprendizes foram registradas, indicando um esforço para ampliar oportunidades.
Uma pesquisa sobre o futuro do trabalho revela uma perspectiva pragmática da Geração Z em relação a sua atividade profissioinal, desafiando conceitos tradicionais de ascensão social e sucesso.
Ao ouvir pessoas de 15 anos a 28 anos de idade, o estudo mostrou que, para essa geração, o trabalho não é mais visto como a principal via para a melhoria de vida, mas sim como um meio de sustento e realização pessoal.
A pesquisa denominada "Should I Stay or Should I Go? Paradoxos e Referências da Gen Z sobre Liderança", foi conduzida por Cíntia Gonçalves, da consultoria wiz&watcher e sócia Suno United Creators. Foram ouvidos 416 jovens de todas as regiões do País, das classes A, B e C. Do total, 37% já estão em cargos de liderança.
Essa é a quinta edição e o resultado completo será apresentado no Rio2C, no domingo, 1º, evento de criatividade e inovação que teve início na terça-feira, 27, na cidade carioca.
Um dos participantes do evento foi Erick Bretas, CEO do Estadão, que participou do painel "Businesss Planning na Era da Inteligência Artificial", na quinta-feira, 29.
Uma das principais constatações da pesquisa é a de que a Geração Z não acredita que o trabalho sirva primordialmente para ascensão de vida. Para 43% dos jovens brasileiros, o trabalho é sinônimo de sustento financeiro, enquanto 28% o veem como um meio de realizar sonhos. Apenas 24% o associam à ascensão de classe social.
Dos entrevistados, 59% disseram preferir aprender buscando na internet e assistir a vídeos sobre o tema foi a resposta de 51%. Para 47%, conselhos que encontram no ChatGPT do que de seus gestores, e 27% disseram se informar por meio de influenciadores digitais.
Cintia enfatiza que isso têm relação com o contexto em que essa geração nasceu e cresceu, incluindo a superproteção parental e a entrada no mercado de trabalho durante a pandemia, molda sua relação com a autoridade e o trabalho.
"É um jovem muito mais pragmático. Primeiro ele busca sustentar sua família para depois pensar em ascensão social", diz.
Da redação do Portal de Prefeitura com informações do Estadão Conteúdo.
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