Cenário de Guerra na Ucrânia Foto: Press service of the Ukrainian State Emergency Service
Países europeus, sob a liderança da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), vêm intensificando os preparativos diante da possibilidade de um conflito global, motivados por ameaças da Rússia e da China.
O secretário-geral da Otan, Mark Rutte, classificou a Rússia como a “ameaça mais significativa e direta” à segurança euro-atlântica e alertou para a rápida expansão militar de Moscou e Pequim.
Na última quarta-feira (3), durante coletiva em Bruxelas ao lado do presidente da Estônia, Alar Karis, Rutte afirmou que a Rússia segue sendo a principal ameaça à região. Ele defendeu que os aliados ampliem investimentos em defesa.
“Devemos permanecer vigilantes, investir mais em defesa, expandir a produção industrial de defesa em ambos os lados do Atlântico e continuar a apoiar a Ucrânia”, disse.
O secretário-geral também ressaltou a importância da reunião da “Coalizão dos Dispostos”, realizada na quinta-feira (4) em Paris, que tratou das garantias de segurança à Ucrânia.
Ele mencionou o interesse do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em participar das negociações, destacando o engajamento americano.
“Espero que tenhamos clareza sobre o que podemos entregar coletivamente”, afirmou.
Já o presidente da Estônia, Alar Karis, declarou que a adesão da Ucrânia à Otan seria a “melhor garantia” para a paz, fortalecendo a aliança e aumentando a segurança europeia.
Em entrevista publicada em julho pelo jornal The New York Times, Rutte havia alertado para o risco de um conflito global, inclusive de uma Terceira Guerra Mundial, citando um possível cenário de coordenação entre Rússia e China.
“Se Xi Jinping atacasse Taiwan, ele ligaria para Vladimir Putin e diria: ‘Vou fazer isso e preciso que você os mantenha ocupados na Europa atacando o território da Otan’”, afirmou.
Segundo Rutte, para evitar tal situação, é essencial fortalecer a Otan e ampliar a cooperação com parceiros no Indo-Pacífico, em linha com a estratégia apoiada pelo presidente Trump.
Ele ainda destacou que a Rússia, apoiada por China, Coreia do Norte e Irã, vem produzindo munição em volume superior à capacidade anual da Otan, o que representa um “desafio geopolítico enorme”.
Da redação do Portal com informações do R7
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Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
Segundo informações divulgadas pelo UFC, o atleta teria sofrido um aparente ataque cardíaco enquanto dormia e não resistiu.
o líder argentino ainda completou dizendo, ''ele foi solto por uma falha administrativa no procedimento, não por ser inocente'', afirmou.
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