Vladimir Putin e profissional da saúde com vacina e seringa na mão. Fotos: Reprodução e Agência Brasil. Arte: Portal de Prefeitura
O Ministério da Saúde da Rússia revelou que desenvolveu uma vacina contra o câncer, criada em parceria com diversos centros de pesquisa. O imunizante será disponibilizado sem custos aos pacientes russos a partir do início de 2025.
A tecnologia utilizada é baseada no RNA mensageiro (mRNA), semelhante ao método empregado em vacinas contra a covid-19. Esse avanço promete revolucionar a área de imunização ao ensinar o sistema imunológico a identificar e atacar células tumorais de forma personalizada.
O imunizante é elaborado com base na análise genética do tumor de cada paciente, resultando em uma fórmula exclusiva para "treinar" o organismo a combater células cancerígenas. As informações foram divulgadas pelo Centro Nacional de Pesquisa Médica do Ministério da Saúde da Rússia.
De acordo com Alexander Gintsburg, diretor do Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia de Gamaleya, os testes pré-clínicos demonstraram que a vacina é capaz de suprimir o crescimento de tumores e prevenir metástases. No entanto, detalhes sobre os tipos de câncer que podem ser tratados ainda não foram especificados.
Outra iniciativa destacada no combate ao câncer, é o desenvolvimento da vacina oncolítica EnteroMix. Essa abordagem utiliza uma combinação de quatro vírus não patogênicos, projetados para destruir células malignas e ativar o sistema imunológico antitumoral do paciente.
Os testes clínicos com voluntários para a primeira fase da EnteroMix estão programados para começar entre o final de 2024 e o início de 2025. Assim como no caso do imunizante de mRNA, informações mais detalhadas sobre a aplicação da EnteroMix ainda não foram divulgadas.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou a inclusão da vacina LC16m8, com ação contra a mpox, na lista de insumos para uso emergencial. É o segundo imunizante para prevenção da doença a ser apoiado pela entidade desde que foi declarada "emergência de saúde pública de importância internacional", em agosto.
Desenvolvida pela farmacêutica japonesa KM Biologics, a vacina pode ser usada em crianças, sendo recomendada para quem tem mais de 1 ano, para administração em dose única. O imunizante foi usado no Japão durante surtos anteriores da doença e demonstrou ser seguro e eficaz, inclusive em pessoas com HIV controlado.
Além das crianças, pessoas com alto risco documentado de exposição ao vírus podem usar. Por outro lado, a vacina é contraindicada a grávidas e pessoas imunocomprometidas.
Segundo a OMS, espera-se que a decisão facilite o acesso às vacinas em comunidades onde os surtos de mpox (antes chamada de "varíola dos macacos") estão aumentando. De acordo com dados da entidade, este ano foram relatados casos em 80 países, incluindo 19 nações africanas. A República Democrática do Congo (RDC) registrou a grande maioria dos casos suspeitos.
A nova variante do vírus, o clado Ib, despertou preocupação por sua maior capacidade de transmissão, atingindo, inclusive, crianças pequenas. Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), na RDC, mais da metade dos casos confirmados são em menores de 15 anos.
A Lista de Uso Emergencial da OMS (EUL, na sigla em inglês) é usada para avaliar a qualidade, a segurança e a eficácia de produtos médicos. Ao entrar para a lista, a vacina passa a ser apoiada pela OMS para aquisições internacionais pela Organização das Nações Unidas (ONU) e agências parceiras.
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O alerta foi divulgado na ultima quinta-feira (12) pela agência estatal KCNA.
El club Blaugrana fija precios entre 248 y 408 euros para la vuelta de la semifinal.
No jogo de ida da semifinal da Copa do Rey, os Colchoneros venceram por 4 a 0 com um show dos comandados por Cholo Simeone.
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