Presidente russo Vladimir Putin. Foto: Kremilin/Redes Sociais/Reprodução
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou na terça-feira, 2 de dezembro, que o país não deseja um confronto militar com a Europa, mas reforçou que responderá se os europeus iniciarem qualquer ação nesse sentido. As informações foram divulgadas pela agência Reuters.
A declaração ocorreu durante um fórum econômico em Moscou, poucas horas antes de uma reunião prevista com o emissário norte-americano Steve Witkoff para discutir propostas de paz relacionadas à guerra na Ucrânia.
Putin falou sobre as tensões que envolvem Moscou e países europeus e ressaltou que não vê intenção russa de ampliar o conflito. Segundo ele, a iniciativa de um possível agravamento partiria dos europeus. O presidente destacou que o Kremlin se mantém atento ao cenário e que o país está preparado para reagir se considerar necessário.
Durante a conversa com jornalistas, Putin reforçou a mensagem de que a Rússia não busca uma escalada militar. Ainda assim, ele afirmou que o país vai responder caso interprete ações europeias como um início de confronto. O discurso ocorreu em meio a pressões diplomáticas e discussões sobre o futuro da guerra na Ucrânia.
"Não temos a intenção de fazer guerra contra a Europa, mas, se a Europa quiser e começar, estamos prontos desde já", destacou.
O líder russo também acusou países europeus de impedir iniciativas dos Estados Unidos que buscam caminhos para encerrar o conflito. Segundo ele, governos da Europa atuam para travar propostas de paz formuladas por Washington. Putin disse que percebe resistência europeia diante das negociações e que esse comportamento interfere nos esforços internacionais.
Ao comentar a postura dos líderes europeus, Putin afirmou que eles se afastaram voluntariamente das conversas e agora demonstram incômodo por ficarem fora do processo. O presidente declarou que a Europa não apresenta um plano próprio para a paz e que mantém posição alinhada ao prolongamento da guerra.
"Os europeus estão irritados por terem sido afastados das negociações, mas foram eles sozinhos que se afastaram, foi iniciativa deles. Eles não têm um programa de paz, estão do lado da guerra", disse.
Putin ainda pediu que os governantes da Europa deixem de lado a ideia de impor uma derrota estratégica à Rússia. Segundo ele, essa expectativa não corresponde ao cenário real do conflito.
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