Problemas técnicos e ajustes no foguete reacendem debate sobre atrasos no retorno de astronautas à superfície lunar.
23 de fevereiro de 2026 às 15:26 - Atualizado às 15:28
Nave Artemis 2. Foguete SLS, que vai ser usado na missão Artemis 2, no complexo de lançamento Kennedy Space Center, na Flórida (EUA) Foto: Ben Smegelsky/NASA
A Nasa, Agência Espacial dos EUA, adiou pelo menos até abril o lançamento do foguete que pretende levar astronautas de volta à Lua.
Imobilizado pelo menos até abril, o gigantesco foguete lunar da Nasa vai voltar ao hangar esta semana para mais reparos antes que os astronautas embarquem.
A agência espacial norte-americana informou no domingo, 22 de janeiro, que pretende realizar nesta terça-feira, 24, a lenta travessia de 6,4 quilômetros pelo Centro Espacial Kennedy, se o tempo permitir.
A Nasa mal havia concluído um novo teste de abastecimento na quinta-feira, 19, para garantir que vazamentos perigosos de hidrogênio fossem estancados, quando outro problema surgiu.
Desta vez, o sistema de hélio do foguete apresentou defeito, atrasando ainda mais a primeira viagem de astronautas à Lua em mais de meio século.
Os engenheiros tinham acabado de controlar os vazamentos de hidrogênio e definido a data de lançamento para 6 de março - já com um mês de atraso - quando surgiu o problema com o hélio. O fluxo de hélio para o estágio superior do foguete foi interrompido; o hélio é necessário para purgar os motores e pressurizar os tanques de combustível.
"É necessário retornar ao prédio de montagem de veículos em Kennedy para determinar a causa do problema e corrigi-lo", disse a NASA em um comunicado.
A Nasa afirmou que os preparativos rápidos para a reversão da missão preservam a possibilidade de lançamento em abril, mas ressaltou que isso dependerá do andamento dos reparos. A agência espacial dispõe de apenas alguns dias por mês para lançar a tripulação de quatro pessoas ao redor da Lua e trazê-la de volta
Os três americanos e o canadense designados para a missão Artemis II permanecem em prontidão em Houston. Eles serão as primeiras pessoas a ir à Lua desde o programa Apollo da Nasa, que enviou 24 astronautas ao espaço entre 1968 e 1972.
21:38, 25 Set
26
°c
Fonte: OpenWeather
A iniciativa ocorre em meio a esforços diplomáticos para reduzir a escalada do conflito no Oriente Médio.
Segundo um estudo publicado no periódico Scientific Data, cinco sextos desse derretimento não provêm do ar mais quente, mas sim das águas mais quentes que corroem as calotas polares por baixo.
O chefe do executivo em seu pronunciamento voltou a defender a soberania dos países, citando especificamente os cenários da América Latina e do Brasil.
mais notícias
+