A ex-professora afirma que um grave problema neurológico foi desenvolvido após ela participar de testes clínicos do imunizante da empresa.
14 de maio de 2024 às 16:10 - Atualizado às 16:10
Brianne Dressen, mulher que está processando a AstraZeneca. Brianne Dressen, mulher que está processando a AstraZeneca.
Uma mulher entrou com um processo judicial contra a AstraZeneca por desenvolver um problema neurológico após participar de um teste de vacina para covid.
Brianne Dressen, uma ex-professora de 42 anos, afirma estar "permanentemente incapacitada" por causa de um grave problema neurológico desenvolvido depois de participar dos ensaios clínicos do laboratório farmacêutico, em 2020.
A ex-educadora, que é do Estado de Utah, diz que a AstraZeneca não prestou assistência médica para os efeitos colaterais da vacina para covid.
Em documentos revelado nesta semana, a norte-americana assinou um acordo em que a emrpesa se comprometia a arcar com os custos médico em caso de danos colaterais. Nos Estados Unidos, esse é o primeiro processo a vacina de produção britânica foi submetida testes clínicos e não foi aprovada para uso.
A mulher disse que, após receber a injeção da vacina, sentiu uma sensação de fortes picadas em todo o seu corpo.
Diagnosticada com “neuropatia periférica pós-vacina” - que danifica os nervos provocando dormência e dor, Brianne Dressen ficou impossibilitada de trabalhar.
Para o jornal inglês The Telegraph, a mulher informou que a AstraZeneca não arcou os custos com cuidados médicos.
“Essa coisa me tirou do trabalho e ainda estou permanentemente incapacitada”, lamentou a norte-americana.
“Ainda tenho aquele pesadelo horrível da sensação de alfinetes e agulhas percorrendo meu corpo, da cabeça aos pés, 24 horas por dia, sete dias por semana.“
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