O produtor defende que o programa seria uma forma de inspirar o público com mensagens de esperança, reafirmando que a participação não colocaria em risco o status migratório dos competidores.
Donald Trump. Foto: Joyce N. Boghsian/Official White Houde
O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos está analisando a proposta de um reality show em que imigrantes competiriam pelo direito à cidadania americana.
A ideia foi revelada pelo The Wall Street Journal e está sendo discutida com uma emissora de TV, embora o projeto ainda esteja em estágio inicial de avaliação.
Segundo o produtor Rob Worsoff, a proposta não é recente e vem sendo apresentada desde a gestão de Barack Obama, iniciada em 2009.
De acordo com ele, os participantes seriam imigrantes com documentação legal, e os perdedores não correriam o risco de deportação. Os vencedores, por sua vez, seriam naturalizados cidadãos americanos ao final do programa.
O formato sugerido prevê que 12 imigrantes comecem a competição chegando de barco em Ellis Island, Nova York, para embarcar em uma jornada pelos EUA a bordo de um trem chamado The American — também nome sugerido para o programa.
Durante os episódios, haveria etapas com desafios como garimpar ouro em São Francisco, fazer rolamento de troncos em Wisconsin e montar um Ford Modelo T em Detroit. O último episódio culminaria com a cerimônia de naturalização no Capitólio, em Washington.
O programa ainda sugeriria nomes como Sofia Vergara, Ryan Reynolds ou Mila Kunis — todos naturalizados — como possíveis apresentadores.
Em resposta ao WSJ, a porta-voz do Departamento de Segurança Interna confirmou o recebimento da proposta, mas afirmou que ainda não há parecer da secretária da pasta, Kristi Noem.
O produtor defende que o reality seria uma forma de inspirar o público com mensagens de esperança, reafirmando que a participação não colocaria em risco o status migratório dos competidores.
Em mais um esforço de sua agenda de deportação em massa, o governo Donald Trump vai oferecer um auxílio em dinheiro e pagar as viagens de volta para casa aos imigrantes indocumentados que deixarem os Estados Unidos voluntariamente, disseram autoridades nesta segunda-feira, 5 de maio.
A política, que oferecerá US$ 1.000 (R$ 5.600) e uma passagem aérea de volta, faz parte da iniciativa do governo Trump para persuadir imigrantes a se deportarem como forma de ajudar o presidente a cumprir suas ambiciosas promessas de imigração.
Autoridades disseram que um imigrante de Honduras já aceitou a oferta do governo e voou de Chicago de volta ao seu país de origem.
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Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
Segundo informações divulgadas pelo UFC, o atleta teria sofrido um aparente ataque cardíaco enquanto dormia e não resistiu.
o líder argentino ainda completou dizendo, ''ele foi solto por uma falha administrativa no procedimento, não por ser inocente'', afirmou.
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