Donald Trump e Nicolás Maduro Foto: Reprodução
Forças militares dos Estados Unidos (EUA) interceptaram e apreenderam um navio petroleiro próximo à costa da Venezuela nesta quarta-feira, 10 de dezembro (veja o vídeo).
O presidente norte-americano, Donald Trump, confirmou o episódio durante um evento com empresários na Casa Branca.
Até o momento, não há confirmação oficial sobre o nome da embarcação, a bandeira sob a qual operava ou o local exato da interceptação. Trump afirmou apenas que a ação ocorreu "por uma boa razão".
Segundo a CNN, o petroleiro seguia em direção a Cuba.
A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, informou que a operação foi realizada para cumprir um mandado de apreensão, uma vez que o navio estaria transportando petróleo sancionado da Venezuela e do Irã.
"Há vários anos, o navio-tanque está sob sanções dos Estados Unidos devido ao seu envolvimento em uma rede ilícita de transporte de petróleo que apoia organizações terroristas estrangeiras", declarou Bondi.
De acordo com a CBS News, fontes anônimas afirmam que a embarcação apreendida é o navio chamado "The Skipper", incluído na lista de sanções em 2022.
Um repórter da emissora também afirmou que o governo Trump estuda realizar novas ações semelhantes.
As palavras mais recentes do presidente americano Donald Trump reacenderam o clima de hostilidade entre Estados Unidos e Venezuela.
Ao afirmar que companhias aéreas deveriam considerar o espaço aéreo venezuelano como “totalmente fechado”, o líder americano elevou o nível de alerta e ampliou a possibilidade de ações militares na região.
Segundo analistas, o tom da mensagem é compatível com momentos que antecedem operações táticas, especialmente quando planos militares já estão elaborados e prontos para execução.
A tensão ganhou novos contornos após uma aeronave do regime venezuelano, conhecida por já ter servido ao presidente Nicolás Maduro, voar até a fronteira com o Brasil antes de retornar a Caracas.
O trajeto inusitado, acompanhado por plataformas de monitoramento, despertou especulações sobre uma eventual fuga do líder venezuelano. Embora autoridades brasileiras na região não tenham confirmado nenhuma movimentação extraordinária, a possibilidade permanece em debate entre especialistas.
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