EUA mobilizam o maior porta-aviões do mundo "USS Gerald Ford" no Caribe. Créditos: Alyssa Joy/Marinha dos Estados Unidos
Em uma decisão que reacende a tensão no continente americano, os Estados Unidos mobilizaram nesta sexta-feira (24) um grupo de ataque liderado pelo maior porta-aviões do mundo, o USS Gerald Ford, para o mar do Caribe, nas proximidades da Venezuela. A movimentação, determinada pelo secretário de Guerra, Pete Hegseth, ocorre em um momento delicado nas relações entre Washington e Caracas.
De acordo com o Pentágono, a frota norte-americana tem caráter estratégico e ofensivo, sendo composta por tropas de ataque, embarcações de guerra e aeronaves de monitoramento. O objetivo, segundo comunicado oficial, é reforçar a capacidade dos EUA de “detectar, monitorar e interromper atividades ilícitas” que ameacem a segurança no Hemisfério Ocidental.
O grupo mobilizado pelo Comando Sul dos Estados Unidos (US SOUTHCOM) é formado por uma impressionante estrutura militar que evidencia o poder bélico norte-americano na região.
Entre os equipamentos enviados estão:
A ação marca uma das maiores movimentações navais dos EUA no Caribe nos últimos anos, despertando apreensão internacional sobre os reais objetivos da operação.
O USS Gerald Ford é considerado o ápice da tecnologia naval dos Estados Unidos. Operacional desde 2017, o porta-aviões tem capacidade para abrigar até 90 caças e helicópteros, além de uma pista preparada tanto para pousos quanto decolagens simultâneas.
Com tecnologia avançada de propulsão e sistemas de defesa automatizados, o Ford representa o que há de mais moderno na estratégia marítima dos EUA. Ele é também símbolo do compromisso do governo de Donald Trump em reforçar a potência militar americana.
Especialistas avaliam que a operação pode elevar o clima de tensão diplomática e militar entre os EUA e a Venezuela, especialmente diante das diferenças políticas entre Trump e o governo de Nicolás Maduro. A presença de uma frota dessa magnitude tão próxima às águas venezuelanas é vista por alguns analistas como um alerta de que Washington está disposto a agir com força caso perceba ameaças à estabilidade regional.
Outros interpretam o envio como demonstração de poder, destinada a reafirmar a influência americana no Caribe e conter possíveis avanços de potências rivais. Em cenário global já marcado por disputas estratégicas, a manobra reforça o papel dos EUA como principal potência militar do planeta.
Nos bastidores, a movimentação militar também é vista como gesto político de Trump, mostrando endurecimento de sua política externa em sua nova gestão. O Caribe, historicamente disputado, volta a se tornar palco de manobras de poder que podem redefinir o equilíbrio geopolítico da região.
A operação reforça a presença dos EUA em uma área vital para suas rotas comerciais e de segurança. Com o maior porta-aviões do mundo em posição estratégica, a mensagem de Washington é clara: o país está disposto a proteger seus interesses no Hemisfério Ocidental a qualquer custo.
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