Presidente dos EUA Donald Trump. (Foto: Reprodução/@realdonaldtrump)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse em publicação no Truth Social, neste sábado, 28 de fevereiro, que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto após ataque coordenado com Israel.
"Khamenei, uma das pessoas mais perversas da história, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para aqueles de muitos países ao redor do mundo que foram mortos ou mutilados por Khamenei e sua gangue de bandidos sedentos de sangue", escreveu o republicano na rede social.
O Irã sofreu um ataque coordenado na manhã deste sábado, 28 de fevereiro, pelos Estados Unidos e Israel. Explosões ocorreram na capital Teerã e, em pelo menos, mais outras quatro cidades iranianas. O país então disparou mísseis em retaliação contra Israel e realizou uma agressão em bases americanas no Oriente Médio.
De acordo com informações da Reuters, autoridades israelenses afirmaram que o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, e o presidente Masoud Pezeshkian, foram alvos da investida, porém os resultados da ação não estão ainda claros.
Horas antes, fontes ouvidas pela Reuters afirmaram que Ali Khamenei não se encontrava em Teerã, sem detalhar seu paradeiro. Já a agência estatal IRNA declarou que o presidente Masoud Pezeshkian está em segurança.
Relatos de agências internacionais indicam que mísseis atingiram áreas próximas ao palácio presidencial e a instalações utilizadas pelo líder supremo na capital iraniana.
A agência estatal Fars informou que também houve explosões nas cidades de Isfahan, Qom, Karaj e Kermanshah, em diferentes regiões do país. O espaço aéreo do Irã foi fechado após o início da ofensiva.
Segundo agências iranianas, estudantes de uma escola de meninas no sul do país morreram durante o ataque. O Exército israelense declarou ter atingido "centenas de alvos militares iranianos", incluindo lançadores de mísseis.
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Durante julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal, Darren Beattie chamou o ministro de "principal arquiteto da censura e perseguição".
O encontro ocorreu após a assembleia geral da International Board (IFAB), órgão responsável pela regulamentação das regras do futebol, sobre mudanças que serão incorporadas a partir do Mundial.
Em discurso, o premiê israelense afirmou que o aiatolá "não está mais entre nós".
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