Exército chinês realiza patrulhas e emite alerta para as Filipinas. Imagem gerado por IA
O Exército Popular de Libertação da China (PLA) anunciou que realizou patrulhas regulares no Mar do Sul da China neste fim de semana, reafirmando sua soberania no estratégico território marítimo. Durante essas movimentações, as forças chinesas emitiram um aviso severo às Filipinas, pedindo que cessem provocações e evitem escaladas que possam desestabilizar a região.
A região do Mar do Sul da China é palco de disputas territoriais envolvendo, além da China e Filipinas, países como Brunei, Malásia e Vietnã. A área é vital para o comércio global, com mais de três trilhões de dólares em movimentação anual, e abriga recursos naturais valiosos. Pequim reivindica quase toda a região, contestada por outras nações, gerando tensões constantes.
O comando do Teatro Sul das Forças Armadas chinesas enfatizou que que as Filipinas devem imediatamente cessar atos provocativos, evitar a escalada de tensões e se abster de introduzir forças externas para apoiar provocações. O porta-voz declarou que tentativas de perturbar a situação ou desestabilizar o Mar do Sul da China serão inúteis.
Até o momento, o Conselho Marítimo e as Forças Armadas das Filipinas não responderam aos pedidos de comentário. Também a embaixada filipina em Pequim manteve silêncio sobre o pronunciamento chinês, gerando expectativa sobre possíveis reações diplomáticas e militares.
No mesmo período, o Comando Indo-Pacífico dos EUA divulgou que Japão, Filipinas e Estados Unidos realizaram exercícios navais conjuntos na Zona Econômica Exclusiva das Filipinas. O objetivo foi fortalecer a solidariedade regional e defender um Indo-Pacífico livre e aberto, reafirmando o compromisso com a liberdade de navegação nas águas internacionais.
Em pronunciamento recente, o Secretário de Estado americano, Marco Rubio, reforçou o respaldo dos EUA às Filipinas, denunciando as ações da China como intenções desestabilizadoras no território contestado, especialmente no atol de Scarborough, foco de disputa há anos.
A disputa no Mar do Sul da China envolve estratégicos interesses econômicos e militares, inseridos em uma complexa rede de rivalidades globais. O controle da região influencia o poder naval e comercial na Ásia e condiciona o equilíbrio internacional.
As patrulhas chinesas e a presença dos aliados americanos nas águas perto das Filipinas ilustram um cenário tenso e de resistência mútua, onde o diálogo é esporádico e marcado por ameaças e demonstrações de força.
Apesar das advertências e demonstrações militares, as partes envolvidas mantêm canais diplomáticos abertos, visando evitar conflitos diretos que poderiam alterar irreversivelmente o quadro regional e global.
Os desdobramentos da disputa afetam o comércio e a investida internacional no Pacífico e nas rotas marítimas, com investidores atentos à estabilidade regional para decisões estratégicas.
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